Políticas públicas de combate a fome no Brasil

o papel da agricultura familiar

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCT164115

Resumo

Os dois últimos governos brasileiros foram responsáveis pelo desmonte generalizado das politicas públicas em prol a agricultura familiar, tais ações refletiram diretamente nos índices de Segurança e Insegurança Alimentar e Nutricional desde 2016, progressivamente cresceram e agravaram-se em 2020 com a pandemia de COVID-19. Desta forma, este artigo tem como objetivo interpretar o limiar histórico e político entre os anos 2002 a 2020 e o fenômeno da fome neste período. A condução da pesquisa pautou-se pela Revisão de Literatura em sites nacionais e internacionais, com viés quali-quantitativo de caráter descritivo. O estudo evidenciou que houve um aumento dos índices de Insegurança Alimentar e Nutricional em seus diversos níveis: leve, moderada e grave, destacando as regiões Norte e Nordeste do país como mais vulneráveis a fome e essencialmente as populações que residem em áreas rurais. Estamos diante de uma crise sanitária e alimentar no Brasil e no mundo e temos, portanto, uma oportunidade de refletir seriamente sobre o modo como produzimos, processamos e distribuímos os alimentos.

Palavras-chave: Segurança Alimentar. Pandemia. Programas Alimentares. Produtores Rurais.

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Biografia do Autor

Alba Regina Azevedo Arana, Universidade do Oeste Paulista

Possui graduação em Licenciatura (1986) e Bacharelado (1987) em Geografia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1986), mestrado em Geografia (Geografia Humana) pela Universidade de São Paulo (1993) e doutorado em Geografia (Geografia Humana) pela Universidade de São Paulo (2001). Atualmente é Coordenadora do Programa de Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional da Unoeste (Mestrado e Doutorado) membro da comissão do PDI da Universidade do Oeste Paulista (2013 - atual), membro da Comissão Própria de Avaliação - CPA da Universidade do Oeste Paulista (2013- atual), professor titular da Universidade do Oeste Paulista, Membro da Rede Brasileira de Pesquisa e Gestão em Desenvolvimento Territorial - RETE e Membro da Rede ODS Brasil. Representante da Unoeste no Comitê da Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema (a partir de 2017), no Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema (dez/2016 a atual) e no Grupo Técnico das Instituições de Ensino Superior do CBH Rio Paranapanema (a partir 2017); Coordena o Grupo de Pesquisa em Resíduos e Meio Ambiente no CNPq.Diretora da Faculdade de Artes, Ciências Letras e Educação de Presidente Prudente da Unoeste (2007- 2017). Coordenadora do Curso de Geografia da Unoeste (2014-2016).Tem experiência na área de Educação, com ênfase em nos seguintes temas: meio ambiente, educação ambiental, gestão ambiental, saúde pública, educação e resíduos sólidos.

Maíra Rodrigues Uliana , Universidade do Oeste Paulista

Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Faculdade de Ciências Agronômicas - UNESP/Botucatu (2005), mestrado em Agronomia - Energia na Agricultura pela Faculdade de Ciências Agronômicas - UNESP/Botucatu (2009) e doutorado em Agronomia - Energia na Agricultura pela Faculdade de Ciências Agronômicas - UNESP/Botucatu (2013), com período sanduíche na Universidade do Minho (UMINHO), em Braga, Portugal (Bolsista ERASMUS MUNDUS). Atualmente é vice-coordenadora do Programa de Pós-graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE), é docente desta mesma universidade ministrando disciplinas nos cursos de graduação em Agronomia, Química e Gastronomia. Também atua como pesquisadora colaboradora do Instituto de Biociências de Botucatu/UNESP, da Faculdade de Ciências Agronômicas FCA/UNESP/Botucatu. Atua como pesquisadora colaboradora da RETE - Rede Brasileira de Pesquisa e Gestão em Desenvolvimento Territorial. Tem experiência na área de Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional, Agronomia, Ciência e Tecnologia de Alimentos, Bioquímica de Alimentos, Tecnologia de Pós-colheita de frutos e hortaliças e Tecnologia de Bebidas.

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Publicado

24-01-2022

Como Citar

APARECIDA DE MOURA, M.; AZEVEDO ARANA, A. R.; RODRIGUES ULIANA , M. . Políticas públicas de combate a fome no Brasil: o papel da agricultura familiar. Revista Campo-Território, Uberlândia, v. 16, n. 41 Ago., p. 318–343, 2022. DOI: 10.14393/RCT164115. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/article/view/60910. Acesso em: 21 jul. 2024.

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