Trajetória da produção e da comercialização da erva-mate na fronteira Sul de Mato Grosso do Sul

Autores

  • Reginaldo Peralta Universidade Católica Dom Bosco
  • Cleonice Alexandre Le Bourlegat Universidade Católica Dom Bosco

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCT71313750

Palavras-chave:

Erva-mate, Territorialidade, Desenvolvimento local, Mato Grosso do Sul, Fronteira

Resumo

O objetivo deste estudo foi apresentar e refletir sobre as diferentes formas de territorialidade manifestadas na produção da erva-mate no preparo de bebidas como tereré e chimarrão, na fronteira Sul do Estado de Mato Grosso do Sul, desde suas origens nas missões jesuíticas. Baseou-se numa pesquisa de natureza bibliográfica, documental e cartográfica, partindo-se de obras já consideradas clássicas na história da erva-mate em Mato Grosso do Sul, complementadas por teses e artigos científicos relacionados ao tema. O texto foi estruturado na abordagem histórica das 3 modalidalidades de territorialidade: aquela das missões indígenas, a outra construída pela grande empresa e a que corresponde às atuais pequenas propriedades rurais. A produção da erva-mate como bebida teve início no Sul do Estado nas reduções indígenas do território das missões jesuíticas do século XVII. Conheceu nova territorialidade depois da Guerra contra o Paraguai por meio de reapropriação realizada pela grande empresa Companhia Mate-Laranjeira. No Estado Novo, tendo em vista a segurança da faixa de fronteira nacional, a reterritorialização por meio da pequena propriedade foi um modelo preparado e incentivado pelo governo federal e que ainda remanesce no Estado.

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Biografia do Autor

Reginaldo Peralta, Universidade Católica Dom Bosco

Mestre em Desenvolvimento Local.

Cleonice Alexandre Le Bourlegat, Universidade Católica Dom Bosco

Doutora em Geografia pela UNESP. Docente do Mestrado em Desenvolvimento Local.

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Publicado

23-02-2012

Como Citar

PERALTA, R.; LE BOURLEGAT, C. A. Trajetória da produção e da comercialização da erva-mate na fronteira Sul de Mato Grosso do Sul . Revista Campo-Território, Uberlândia, v. 7, n. 13 Fev., p. 188–209, 2012. DOI: 10.14393/RCT71313750. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/article/view/13750. Acesso em: 20 jul. 2024.

Edição

Seção

Artigos