Território, trabalho e poder: por uma geografia relacional

Autores

  • Márcio Freitas Eduardo UNESP, P. Prudente/SP

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCT1211790

Palavras-chave:

Território, relação social, trabalho, poder e alienação

Resumo

Em uma abordagem cientificamente geográfica, cujo fundamento inscreva-se no âmbito da investigação e da compreensão da complexidade com que o espaço geográfico é apropriado por um determinado "tecido social", devemos nos apoiar em certas categorias, bem como, em alguns conceitos e teorias-chave. Estas categorias, conceitos e teorias, ao serem utilizados e devidamente amparados por um método investigativo, demandam, por si, outros temas e/ou noções do qual o pesquisador terá que dar conta, caso pretenda aplicá-las no intuito de compreender uma dada realidade objetiva. Em nossas análises, acerca da formação territorial do sudoeste paranaense, primamos pelo território como conceito central em nossas análises. O conceito de território, numa perspectiva relacional, como sugere Raffestin (1993), nos incitou, sistematicamente, a abordarmos mais de perto a questão do poder, ou melhor, dos poderes, como caminho para o estudo e a compreensão dos movimentos do social. Inerente a todas as relações, em todas as fissuras sociais, o poder, imbricado à lógica territorial e aos sentidos que o trabalho assumiu na contemporaneidade, é um elemento fundamental que nos possibilita avançarmos no desvendamento da dialética da produção e da apropriação do espaço territorialmente.

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Publicado

30-08-2006

Como Citar

EDUARDO, M. F. Território, trabalho e poder: por uma geografia relacional . Revista Campo-Território, Uberlândia, v. 1, n. 2 Ago., p. 173–195, 2006. DOI: 10.14393/RCT1211790. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/article/view/11790. Acesso em: 18 jun. 2024.

Edição

Seção

Artigos