DISTRIBUIÇÃO DA CÁRIE DENTÁRIA EM CRIANÇAS BRASILEIRAS DE 12 ANOS: UMA ANÁLISE GEOGRÁFICA DO USO DO FLUORETO

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG2779249

Palabras clave:

Cárie dentária, Fluoretos, Inquéritos de saúde bucal

Resumen

A cárie dentária é uma doença biofilme-açúcar-dependente complexa que afeta grande parcela da população mundial. O acesso ao flúor, a redução do consumo de carboidratos e a ampliação dos serviços odontológicos têm contribuído para a diminuição de sua prevalência e incidência. Para avaliar a presença da cárie em crianças, são utilizados levantamentos epidemiológicos. Analisou-se a prevalência da cárie em crianças brasileiras, com foco nas necessidades de tratamento e no impacto do flúor no Brasil. A pesquisa foi baseada nos dados da Pesquisa Nacional de Saúde Bucal de 2010 e 2023, envolvendo 10 mil crianças de 12 anos nos municípios brasileiros. A experiência da cárie foi mensurada pelos índices ceo-d e CPO-D. Os resultados mostraram que 63% das crianças estavam livres de cárie em dentes permanentes, enquanto apenas 30% não apresentaram lesões de cárie em dentes decíduos. Houve baixa prevalência de cárie na dentição permanente, com alguns estados (Distrito Federal e Santa Catarina) apresentando índices melhores que a média nacional. No entanto, a cárie na dentição decídua foi mais frequente. Esses dados reforçam a importância de ações preventivas e de políticas públicas para a saúde bucal infantil e do uso contínuo do flúor nas águas de abastecimento público e dentifrícios bucais.

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Biografía del autor/a

  • Josilaine Amancio Corcóvia, Universidade Estadual de Londrina

    Possui graduação em Geografia pela Universidade Estadual de Londrina (1997), graduação em Pedagogia pelo Centro Universitário de Araras Dr. Edmundo Ulson (2018), mestrado em Geografia pela Universidade Estadual de Londrina (2013). Doutorado em geografia (2025). Professora de geografia - Secretaria de Justiça e da Cidadania do Estado do Paraná e professora regente da Prefeitura Municipal de Ibiporã, atuando principalmente nos seguintes temas: Ibiporã, SAG, poços, qualidade, Aquífero Guarani, água subterrânea, Ibiporã-PR, bacia hidrográfica, Ibiporã, Ribeirão Jacutinga, educação, Região Metropolitana e Philcarto e laboratório, água, geógrafo, água subterrânea e saúde.  

  • José Paulo Peccinini Pinese, Universidade Estadual de Londrina

    Possui graduação em Geologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP, 1982), mestrado em Geofísica pela Universidade de São Paulo (USP, 1989), doutorado em Geociências (Geoquímica e Geotectônica) pela Universidade de São Paulo (USP, 1997) em co-tutela de pesquisa com a Universidade de Trieste (UT), Itália. Entre 2018-2019 integrou projeto de Cooperação Internacional CAPES-FCT (88881.156421/2017-01) e a partir dele em 2019 desenvolveu o Pós-doutorado pela Universidade de Coimbra, Portugal, no Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território (CEGOT). Neste, iniciou colaboração científica internacional com o Grupo de estudos Natureza e Dinâmicas Ambientais, liderado pelo Professor Lucio Cunha. Desde 2007 participa em atividades internacionais como professor visitante (2010), projetos, pesquisas (2013-2018) e de orientação de doutorado co-tutela (2018-2020) na Universidade de Alicante (UA), Espanha, vinculadas ao Grupo de estudos do Professor Antônio Aledo Tur. Ainda no âmbito de colaboração internacional em 2020, se tornou membro da Aliança Tropical Austrália-Brasil de Pesquisa da Água (TWRA Tropical Water Research Alliance) na busca de modelos de gestão integrada das Bacias Hidrográficas tropicais ( https://www.thetwra.org/diretoria-regional-doparana/). Desde 1985 atua como docente do Departamento de Geociências da Universidade Estadual de Londrina (UEL), destacadamente na graduação em Geografia. 

  • Pablo Guilherme Caldarelli, Universidade Estadual de Londrina

    Graduado em Odontologia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), instituição na qual foi bolsista de Extensão Universitária, bolsista do Programa de Iniciação Científica (I.C.), bolsista do Programa de Iniciação Extensionista (I.EXT.) e bolsista do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-SAÚDE). Foi cirurgião-dentista da Estratégia Saúde da Família (ESF) no município de Piracicaba-SP. Especialista em Saúde Coletiva e da Família pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas (FOP-UNICAMP), Especialista em Gestão em Saúde pela Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (FMB-UNESP), Especialista em Informática em Saúde pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-UNIFESP), sob orientação da Prof. Dr. Ana Estela Haddad, Especialista em Ativação de Processos de Mudança na Formação Superior de Profissionais de Saúde pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP-FIOCRUZ) e Especialista em Política, Planejamento, Gestão e Avaliação em Saúde Bucal pela Universidade Federal do Pernambuco (UFPE), sob orientação do Prof. Dr. Samuel Jorge Moysés. Mestre em Odontologia em Saúde Coletiva, sob orientação do Prof. Dr. Jaime Aparecido Cury, e Doutor em Odontologia (Área: Cariologia), sob orientação da Profa. Dra. Livia Maria Andaló Tenuta, pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas FOPUNICAMP). Desenvolveu Estágio de Pós-Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PGMDO) da Universidade Positivo (UP). Atualmente é Professor Adjunto A do Departamento de Medicina Oral e Odontologia Infantil (MOOI), do Departamento de Saúde Coletiva (DESC) da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e Coordenador do Curso de Odontologia da Universidade Positivo (UP) - Londrina. Possui experiência nas áreas de Odontologia e Saúde Coletiva, com ênfase em Saúde Bucal Coletiva e Cariologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Ensino na Saúde, Cárie Dentária e Flúor.  

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Publicado

2026-05-05

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

CORCÓVIA, Josilaine Amancio; PINESE, José Paulo Peccinini; CALDARELLI, Pablo Guilherme. DISTRIBUIÇÃO DA CÁRIE DENTÁRIA EM CRIANÇAS BRASILEIRAS DE 12 ANOS: UMA ANÁLISE GEOGRÁFICA DO USO DO FLUORETO. Caminhos de Geografia, Uberlândia, v. 27, p. e2723, 2026. DOI: 10.14393/RCG2779249. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/79249. Acesso em: 6 may. 2026.