SUSCETIBILIDADE DO SOLO À EROSÃO NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TARUMÃ-AÇU (AMAZONAS – BRASIL)

Autores

  • Isabela Soares Colares Universidade Federal do Amazonas
  • João Carlos Ferreira Junior Secretaria Municipal de Educação de Manaus
  • Liange de Sousa Rodrigues Universidade do Estado do Amazonas
  • Samara Aquino Maia Universidade do Estado do Amazonas
  • Flávio Wachholz Universidade do Estado do Amazonas

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG238960655

Palavras-chave:

Geotecnologias, Análise Espacial, Impacto ambiental

Resumo

Situada no município de Manaus, a Bacia Hidrográfica do Tarumã-Açu (BHTA), nos últimos anos, vem lidando com profundas mudanças no uso e cobertura da terra, principalmente na zona de expansão urbana. Nesse sentido, o objetivo deste artigo é identificar os níveis de suscetibilidade à erosão do solo na BHTA por meio de técnicas de geoprocessamento a partir de variáveis de uso da terra, declividade, tipos de solo e geologia. Para tanto, foram utilizadas imagens do satélite Landsat-8 OLI, o modelo digital de elevação SRTM e dados vetoriais de pedologia e geologia para construção dos mapas temáticos. Com base nesses dados, avaliou-se a suscetibilidade à erosão do solo na bacia, traçando-se a correlação entre as variáveis, possibilitada pelo uso da Linguagem Espacial para Geoprocessamento Algébrico do Spring e da Análise Hierárquica de Processos (AHP). Os resultados apontam, na BHTA, a predominância de relevo ondulado (43,34%) e de Latossolos Amarelos (97,4%) cobertos por florestas; com baixos a moderados níveis de suscetibilidade à erosão do solo. Considerando a rede de drenagem, nota-se a presença de áreas com maiores níveis de suscetibilidade no setor inferior da bacia, enquanto no setor superior esses níveis são menores.

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Publicado

10-10-2022

Como Citar

COLARES, I. S.; FERREIRA JUNIOR, J. C.; RODRIGUES, L. de S.; MAIA, S. A.; WACHHOLZ, F. SUSCETIBILIDADE DO SOLO À EROSÃO NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TARUMÃ-AÇU (AMAZONAS – BRASIL). Caminhos de Geografia, Uberlândia, MG, v. 23, n. 89, p. 367–389, 2022. DOI: 10.14393/RCG238960655. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/60655. Acesso em: 28 nov. 2022.

Edição

Seção

Artigos