ESTADO DA ARTE: APLICAÇÃO DO MODELO SWAT NO RELEVO CÁRSTICO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG238960294

Palavras-chave:

Revisão sistemática de literatura, Geração de escoamento, Modelagem hídrica, Uso da terra

Resumo

Pesquisas sobre aplicação de modelos matemáticos em bacias hidrográficas (BH) com relevo cárstico são escassas no Brasil. O SWAT é um dos modelos hidrológicos mais utilizados internacionalmente, sendo capaz de simular diferentes processos hidrológicos em diversas escalas através de longas séries temporais. A aplicação desses modelos possibilita analisar e entender o funcionamento dos componentes de um aquífero, porém a simulação dos processos físicos e hidrológicos varia muito quanto à empregabilidade dos métodos e das técnicas usadas para a realização desses estudos. Logo, este artigo tem como objetivo destacar as principais aplicações do SWAT para bacias situadas em sistema de relevo cárstico. A metodologia da pesquisa abrangeu três etapas da Revisão Sistemática de Literatura (RSL): a) planejamento; b) técnica de seleção; e c) avaliação. Foram selecionados 19 estudos internacionais com RSL.Todavia, quatro estudos nacionais tiveram destaque; destes, três em bacias do bioma Cerrado. Com base nessa investigação, foram identificadas lacunas nas pesquisas envolvendo a temática, assim como estratégias para detecção da sensibilidade dos parâmetros e das variáveis, prejuízos e benefícios relativos à geração de escoamento em uma bacia de difícil recobrimento por métodos tradicionais.

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Biografia do Autor

Ludmagna Pereira de Araújo, Universidade de Brasília

Geógrafa, doutoranda em Geografia na UnB na área de Gestão Ambiental e Territorial, Linha de Pesquisa Análise de Sistemas Naturais. Possui habilidades em geoprocessamento, Licenciamento Ambiental, Banco de Dados e Planos Diretores. Atuação em Gestão Ambiental e processos pertinentes a atividades rotineiras legais junto a órgãos ambientais. Execução de projetos voltados para análise de risco, perícia e impacto ambiental, diagnostico ambiental e proposição de medidas de controle e prevenção. Conta com experiencia em criação de cenários. desenvolvimento na plataforma SIG diversos Modelos de Sistemas Ambientais, atuando principalmente na Gestão Ambiental (saneamento, impacto ambiental e ordenamento territorial), Geologia Médica (Análise de Riscos Epidemiológicos), Geoquímica, Hidrogeologia, Mapeamentos Temáticos, Topográficos, Geoprocessamento aplicado a Gestão e Monitoramento dos Recursos Naturais, ZEE, Atração do Investimento e Desenvolvimento Sustentável. Experiência ainda em implantação de empreendimentos como: Mineração, Estradas, Linhas de Transmissão, Estação Repetidora de Rádio, Salina, Carcinicultura, Eólica, Loteamentos, Postos de Combustíveis, Poços, Indústrias alimentícias, Industria Cerâmica,, Unidades de Conservação, Planos de Manejo de APP's. Mestre em Geociências pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2002), Licenciada em geografia pela Faculdade de Formação de Professores do Araripe (1992) e Bacharel em geografia com Habilitação em Recursos Naturais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1998), desempenha atividades em docência desde 1987.

Vânia Santos Figueiredo, Universidade Federal de Uberlândia

Geografa. Doutora pela UFU, 2021. Licenciada (UEPB) e bacharel em Geografia (UFU), mestra em recursos naturais (UFCG), especialista em docência do ensino superior (UNICESUMAR) e doutora em Geografia (UFU). Trabalhou com análise de fertilidade dos solos no Agreste e Sertão da Paraíba - PROINCI/UEPB (2006-2008). Atuou como consultora nos programas de extensão Cidade Sustentável e Programa Cidade Educadora, nos anos (2012-2013) desenvolvidos pela Universidade Federal de Uberlândia UFU. Atuou como voluntária, exercendo a função de Diretora de Educação, Meio Ambiente e Sustentabilidade do Instituto Pró-Cidade Futura nos anos (2013-2016). Participou do Programa de Iniciação Científica Voluntária pelo PIVIC/UFU (2014). Foi professora da Universidade Aberta a Vida. Vinculada a Universidade do Vale do Acaraú (UVA/UNAVIDA), nos anos de (2011-2012). Atuou como professora substituta da Universidade Federal de Uberlândia nos de (2014-2016). Participou da elaboração dos Planos de Gestão Integrado de Resíduos Sólidos e Saneamento Básico de 20 cidades do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba - MG (2014-2020). Participou do Núcleo Institucional de Verificação, Acompanhamento e Certificação/NIVAC do Ministério Público Estadual - MPE (2017-2018). Participou como membro da Câmara Temática de Meio Ambiente e Recursos Hídricos CTMARH do Consórcio Público Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, biênio (2019-2020). Atualmente é professora substituta na Escola de Ensino Básico - ESEBA/UFU. Pesquisas desenvolvidas na área de ensino, fertilidade dos solos, gestão ambiental, recursos hídricos, recuperação de solos degradados, educação ambiental, saneamento básico e resíduos sólido

Michael Vandesteen Silva Souto, Universidade Federal de Rio Grande do Norte

Doutor em Geologia 2005. Técnico em Geologia pela Escola Técnica Federal do Rio Grande do Norte (1996), Bacharel em Geologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2002), com Mestrado em Geodinâmica pelo Programa de Pós-Graduação em Geodinâmica e Geofísica (2004) e Doutorado em Geodinâmica pelo Programa de Pós-Graduação em Geodinâmica e Geofísica (2009). Tem larga experiência na área de Geociências, com ênfase em Geoprocessamento, atuando principalmente nos seguintes temas: Geologia Ambiental, PDI, Banco de Dados, SIG, Sensoriamento Remoto, Geologia Costeira e Prospecção Mineral. Cofundador do Laboratório de Geoprocessamento do Ceará (GEOCE) da UFC, na qual foi coordenador de 2013 a 2018, e atualmente é o coordenador do Laboratório de Geoprocessamento (GEOPRO) da UFRN. Também é o coordenador do Curso de Graduação em Geologia da UFRN desde fevereiro de 202

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Publicado

10-10-2022

Como Citar

DE ARAÚJO, L. P.; FIGUEIREDO, V. S.; SOUTO, M. V. S. ESTADO DA ARTE: APLICAÇÃO DO MODELO SWAT NO RELEVO CÁRSTICO. Caminhos de Geografia, Uberlândia, MG, v. 23, n. 89, p. 150–172, 2022. DOI: 10.14393/RCG238960294. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/60294. Acesso em: 29 nov. 2022.

Edição

Seção

Artigos