FAZER ETNOGEOGRAFIA NA CIDADE: AS PRÁTICAS ESPACIAIS DAS REDES E MICROCULTURAS JUVENIS DA PERIFERIA EM TORNO DA FESTA DO FLUXO

Autores

  • Elvis Ramos Instituto Geográfico de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG217751788

Resumo

A festa do fluxo permite, com base na etnogeografia, revelar a força aglomerativa e autônoma da explosão de agenciamentos juvenis nas periferias urbanas. Saindo de bairros periféricos, estes jovens elaboram capital espacial para transpor as escalas na cidade e estabelecer circuitos e territorialidades. Ao mesmo tempo, criam dissidências sociais, territoriais e estéticas na cidade. Trata-se de uma festa juvenil inserida em um circuito de lazer paralelo, com suas formas próprias de sociabilidade, consumo e visibilidade social.

 

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Biografia do Autor

Elvis Ramos, Instituto Geográfico de São Paulo

Professor e pesquisador pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul UFMS/CPAN.

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Publicado

01-10-2020

Como Citar

RAMOS, E. FAZER ETNOGEOGRAFIA NA CIDADE: AS PRÁTICAS ESPACIAIS DAS REDES E MICROCULTURAS JUVENIS DA PERIFERIA EM TORNO DA FESTA DO FLUXO. Caminhos de Geografia, Uberlândia, v. 21, n. 77, p. 71–84, 2020. DOI: 10.14393/RCG217751788. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/51788. Acesso em: 13 jun. 2024.

Edição

Seção

Artigos