AS (NÃO)REPRESENTAÇÕES DA PAISAGEM NO MOVIMENTO CUBISTA: PERCURSOS E INQUIETAÇÕES GEOGRÁFICAS NAS PINTURAS DE ALBERT GLEIZES

Autores

  • Jéssica Soares de Freitas Universidade Federal de Goiás/Doutoranda em Geografia
  • Maria Geralda de Almeida Universidade Federal de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG217449307

Palavras-chave:

Paisagem Cubista, Representação. Geografia Cultural, Geografias criativas

Resumo

O movimento cubista, que rompe com as estruturas da pintura, rompe também com seus gêneros. No presente ensaio, será apresentado como o cubismo, pela ótica das obras de Abert Gleizes, pode contribuir para o estudo da representação e da paisagem na Geografia Cultural. Ao considerar que o movimento quebrou com mais impacto a representação e o gênero de pintura da paisagem, tem-se como objetivo compreender o conceito de paisagem e sua (não)representação com base no Cubismo. Para tal, realizou-se estudo principalmente em ensaios constituídos na época do movimento e em livros de história da arte em conjunto com textos geográficos. Como metodologia principal utilizaram-se as geografias criativas, com o intuito de aproximar a arte em diálogo com Geografia. Com tais motivações pode-se concluir que, se houve a ruptura, o gênero da paisagem ainda continua na pintura, bem como a representação. Outrossim, essa representação é olhada de maneira paralela para seus limites, ao se compreender a não representação, ao se entender a vivência da paisagem como prática.

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Biografia do Autor

Maria Geralda de Almeida, Universidade Federal de Goiás

Professora titular do PPGeo-UFG

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Publicado

28-04-2020

Como Citar

Soares de Freitas, J., & Geralda de Almeida, M. . (2020). AS (NÃO)REPRESENTAÇÕES DA PAISAGEM NO MOVIMENTO CUBISTA: PERCURSOS E INQUIETAÇÕES GEOGRÁFICAS NAS PINTURAS DE ALBERT GLEIZES. Caminhos De Geografia, 21(74), 87–107. https://doi.org/10.14393/RCG217449307

Edição

Seção

Artigos