A ESTRUTURAÇÃO DE LUGARES INTRAURBANOS E A VULNERABILIDADE SOCIAL DE PORTO VELHO, RONDÔNIA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG186302

Palavras-chave:

Vulnerabilidade Social, Porto Velho, Geoprocessamento.

Resumo

O processo de urbanização que se configura como a força motriz de expansão das cidades brasileiras tem se acelerado nas últimas décadas nas chamadas cidades médias. Porto Velho/RO como uma das fronteiras de expansão do capital, conduzidas pelas políticas econômicas dirigidas para a Amazônia pós década de 1970, vivenciou e vivencia um acelerado processo de expansão de sua mancha urbana. Assim, o presente trabalho possui como objetivo analisar a distribuição da vulnerabilidade social nesta cidade e estabelecer a relação com o seu processo de urbanização. Como procedimentos metodológicos foram utilizadas técnicas de estatística descritiva, geoprocessamento e sobreposição cartográfica. Os resultados demonstraram que as zonas leste e sul da cidade de Porto Velho/RO são as zonas com os piores indicadores de vulnerabilidade social, principalmente em suas porções coincidentes com as áreas de expansão urbana pós 1985.

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Biografia do Autor

Reginaldo Martins da Silva de Souza, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia

Possui licenciatura e bacharelado em Geografia pela Universidade Federal de Rondônia (2010), Mestrado em Geografia pela Universidade Federal de Rondônia (2012). Atualmente é professor do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Rondônia.Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em organização do espaço geográfico, atuando principalmente nos seguintes temas: geoprocessamento, erosão dos solos e gestão de bacias hidrográficas.

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Publicado

29-09-2017

Como Citar

DA SILVA DE SOUZA, R. M. A ESTRUTURAÇÃO DE LUGARES INTRAURBANOS E A VULNERABILIDADE SOCIAL DE PORTO VELHO, RONDÔNIA. Caminhos de Geografia, Uberlândia, MG, v. 18, n. 63, p. 30–56, 2017. DOI: 10.14393/RCG186302. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/36021. Acesso em: 3 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos