FRONTEIRA AGRÍCOLA, FORÇA DE TRABALHO E O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO EM MATO GROSSO

Autores

  • Roberto Souza Santos Professor adjunto III do curso de Geografia do Campus Universitário-UFT de Porto Nacional-TO e do corpo de Mestrado em geografia na UFT em Porto Nacional TO. Membro e pesquisador do NURBA.

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG134317330

Palavras-chave:

fronteira agrícola, força de trabalho, urbanização, desenvolvimento regional.

Resumo

Este artigo tem como finalidade abordar o processo de urbanização e a reprodução da força de trabalho na região e levantar uma discussão teórica sobre o papel do Estado na formação e na expansão da fronteira agropecuária, desde início dos anos 40 até os dias atuais. Também pretende identificar os fatores que deram origem às cidades na região e proporcionaram seu crescimento na malha urbana Mato Grosso. Analisar o papel do Estado que, através de suas políticas públicas de investimento direcionadas para a ocupação do território pouco povoado, procura organizar o território, a organização do modo de produção e estrutura e organiza a fronteira agrícola. Abordar a importância do capital agropecuário como agente que contribui para a ocupação demográfica da região através da introdução de novas técnicas, agroindústrias, infraestrutura urbana e não urbana motivando o fenômeno imigratório.

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Biografia do Autor

Roberto Souza Santos, Professor adjunto III do curso de Geografia do Campus Universitário-UFT de Porto Nacional-TO e do corpo de Mestrado em geografia na UFT em Porto Nacional TO. Membro e pesquisador do NURBA.

GEOGRAFIA REGIONAL. TEORIA E METODO EM GEOGRAFIA. ANALISE ESPACIAL E REGIONAL. GEOGRAFIA HUMANA.

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Publicado

15-09-2012

Como Citar

SANTOS, R. S. FRONTEIRA AGRÍCOLA, FORÇA DE TRABALHO E O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO EM MATO GROSSO. Caminhos de Geografia, Uberlândia, MG, v. 13, n. 43, p. 264–279, 2012. DOI: 10.14393/RCG134317330. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/17330. Acesso em: 2 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos