A EXPERIÊNCIA VIVIDA NA RESERVA EXTRATIVISTA MARINHA BAÍA DO IGUAPE/BA: DIÁLOGO DE SABERES, PLANEJAMENTO, EDUCAÇÃO E AUTONOMIA

Autores

  • Mario Alberto Santos

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG92715763

Palavras-chave:

Unidades de Conservação, educação, diálogo de saberes, planejamento

Resumo

Este artigo traz uma análise sobre a resex marinha baía do Iguape-BA, resultado de uma dissertação de mestrado. A partir da discussão sobre educação dialógica e planejamento comunitário, à luz da geografia humanística e da concepção sistêmica da vida, busca-se a colaboração na construção da autonomia social e individual entre a população da unidade. As transformações na legislação ambiental do Brasil resultam de anos de lutas e conquistas. O território das UC's de uso sustentável são espaços de resistência, onde a materialização do poder é primordial para seu planejamento e gestão. A coletividade e a eqüidade nas relações e decisões políticas e sociais compõem os princípios e diretrizes que regem as UC's de uso sustentável. A construção do planejamento comunitário, tendo a educação dialógica como instrumento e motivação, depende da aceitação do discurso do outro enquanto discurso do outro, uma relação dialógica que busca construir algo em comum. Neste sentido tem-se a autonomia individual enquanto meio para a autonomia social enquanto fim.

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Publicado

22-09-2008

Como Citar

SANTOS, M. A. A EXPERIÊNCIA VIVIDA NA RESERVA EXTRATIVISTA MARINHA BAÍA DO IGUAPE/BA: DIÁLOGO DE SABERES, PLANEJAMENTO, EDUCAÇÃO E AUTONOMIA. Caminhos de Geografia, Uberlândia, v. 9, n. 27, p. 1–16, 2008. DOI: 10.14393/RCG92715763. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/15763. Acesso em: 14 abr. 2024.

Edição

Seção

Artigos