Observações "in loco" realizada durante a passagem do furacão Cararina

Autores

  • Emerson V. Marcelino Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE
  • Frederico M. Rudorff Instituto de Pesquisa e Prevenção em Desastres Naturais - IPEDEN
  • Roberto F. Goerl Instituto de Pesquisa e Prevenção em Desastres Naturais - IPEDEN
  • Reinaldo Haas Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC

Palavras-chave:

monitoramento, Furacão Catarina, Bal. Arroio do Silva, Santa Catarina, Brasil

Resumo

Este artigo tem como objetivo apresentar as informações meteorológicas e oceanográficas coletadas 'in loco' durante a passagem do Furacão Catarina em Bal. Arroio do Silva (SC). Os dados apresentados são qualitativos, baseados na percepção e experiência dos pesquisadores. Apenas variações bruscas na velocidade e direção dos ventos, elevação do nível do mar, temperatura e intensidade das chuvas foram registradas. Utilizaram-se as escalas Beaufort e Saffir-Simpson para estimar a velocidade dos ventos. No município de Bal. Arroio do Silva, os ventos mais intensos foram do quadrante sul (primeira fase), por volta da 01:00h (28/03/2004), com rajadas de 120 km/h, chuva forte e temperatura baixa. À 01:15h começou a passagem do "olhoâ€?, as chuvas e os ventos cessaram abruptamente; o céu ficou limpo e a temperatura aumentou consideravelmente. Às 02:48h, os pesquisadores foram surpreendidos por ventos de aproximadamente 180 km/h (segunda fase), chuvas intensas e temperaturas muito baixas. Os principais danos foram os destelhamentos severos, destruição de edificações, queda de árvores e postes de energia elétrica, entre outros. Baseado na velocidade estimada dos ventos e na avaliação dos danos, o Furacão Catarina foi classificado como categoria 2, de acordo com a escala Saffir-Simpson.

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Publicado

17-04-2008

Como Citar

Marcelino, E. V., Rudorff, F. M., Goerl, R. F., & Haas, R. (2008). Observações "in loco" realizada durante a passagem do furacão Cararina. Caminhos De Geografia, 9(25). Recuperado de https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/15628

Edição

Seção

Artigos