ESTACIONALIDADE DO CLIMA NO PANTANAL DA NHECOLÂNDIA, MATO GROSSO DO SUL, BRASIL.

Conteúdo do artigo principal

Luciana Graci Rodela
José Pereira de Queiroz Neto

Resumo

No Pantanal do Mato Grosso do Sul, área conhecida como sub-região da Nhecolândia, as inundações são determinantes na dinâmica e distribuição de unidades de vegetação, influenciadas pelas características do relevo e solos, e regidas pelo clima. Tomando-se como área de estudo a fazenda Nhumirim, propriedade de Embrapa Pantanal, e arredores, propõe-se um calendário anual de umidade habitual do solo/cheias, o qual foi elaborado com base na habitualidade em que ocorrem, considerando-se umidade superficial, profundidade do lençol freático, relevo, características da vegetação e precipitação pluviométrica. Foram realizados trabalhos de campo, interpretação de imagens de satélite Landsat-7, classificações de meses secos e úmidos e balanço hídrico, considerando dados referentes ao período de 1977 a 2005. Tal calendário é importante para auxiliar o manejo espacial e temporal de pastagens nativas, considerando-se que a vegetação tem sua dinâmica condicionada pela habitualidade da umidade do solo/chuvas.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Métricas

Carregando Métricas ...

Detalhes do artigo

Como Citar
RODELA, L. G.; QUEIROZ NETO, J. P. de. ESTACIONALIDADE DO CLIMA NO PANTANAL DA NHECOLÂNDIA, MATO GROSSO DO SUL, BRASIL. Revista Brasileira de Cartografia, [S. l.], v. 59, n. 1, 2009. DOI: 10.14393/rbcv59n1-43964. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/43964. Acesso em: 5 dez. 2022.
Seção
Artigos
Biografia do Autor

Luciana Graci Rodela, Centro Universitário Nove de Julho

Doutora (2006) e Mestre (2000) em Ciências - Geografia Física pela Universidade de São Paulo (USP). Geógrafa com Bacharelado (USP, 1997) e Licenciatura Plena (USP, 1999). Desde 2002 é professora do ensino superior, lecionando em cursos de graduação e pós-graduação da Universidade Nove de Julho (Uninove), tais como Turismo, Tecnologia em Hotelaria, Geografia, MBA em Gestão Ambiental e outros. Líder de Grupos de Pesquisa Científica certificados por Uninove / CNPq: "Região dos Cerrados" e "Turismo, Hospitalidade, Geografia e Recursos Naturais". Foi professora em outras instituições, em curso de pós-graduação em Planejamento do Turismo (Centro Universtário Barra Mansa, RJ) e Técnico em Turismo (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - SENAC, São Paulo e Santo André). Coordenou Projeto de Extensão em Educação Ambiental (Uninove). Desde 1994, tem experiência em caracterização de ambientes (vegetação, solos, relevo e clima de áreas de Cerrado e de Mata Atlântica); diagnóstifco e prognóstico ambientais (EIA-RIMA); gestão, controle, manejo e monitoramento de agroecossistemas (Pantanal) e de unidades de conservação. Atuou como consultora da Embrapa Pantanal (2004 a 2010) e Centro de Pesquisas do Pantanal (2007), Mato Grosso do Sul, em sistemas de gestão da pecuária de corte sustentável. Desde 1995, recebe apoio a pesquisas científicas de FAPESP, CAPES, CNPq, Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais e Embrapa Pantanal.

José Pereira de Queiroz Neto, Universidade de São Paulo

possui graduação em Agronomia pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de São Paulo (1952), graduação em Chimie Agricole - Universite de Rennes I (1956) Pédologie pela ORSTOM (França), doutorado em Ciências do Solo pela ESALQ-USP (1969), Livre Docência pelo Departamento de Geografia, FFLCH-USP (1975), Professor Titular em 1981. Foi Professor Visitante da Universidade de Caen, França, e do Instituto de Edafologia de Madrid, CSIC-Espanha. Atualmente é Professor Titular aposentado (FFLCH-USP) e Professor Emérito pela Universidade de São Paulo; Professor Titular da UNIFIEO. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Pedogênese e Morfogênese, atuando principalmente nos seguintes temas: solos, sistemas de transformação, análise estrutural da cobertura pedológica, pedologia e geomorfologia: relações entre os solos e os modelados..