Narratives of women who care for people with chronic illnesses
a study on mental distress, unpaid work, and caring for caregivers
DOI:
https://doi.org/10.14393/REP-2026-81627Keywords:
Collective health, Mental health, Care, Gender, WorkAbstract
This article presents the results of a study that analyzed the narratives of women who care for people with chronic noncommunicable and degenerative diseases regarding the effects of caregiving work and psychological suffering. The participants were members of a therapeutic group within Primary Health Care in a municipality in northeastern Brazil. This qualitative study employed semi-structured interviews to characterize participants’ life narratives and self-reported mental health. The results revealed narratives marked by exhaustion, work overload, frustration, hopelessness, and helplessness associated with precarious living conditions, leading to increased mental distress, sleep deprivation, and financial difficulties. This scenario highlights the need for greater investment in public policies in response to the increasing life expectancy of people with chronic noncommunicable and degenerative diseases, as well as the implementation of initiatives aimed at supporting women in this context of invisibility and precariousness. The study concluded that Primary Health Care constitutes a fundamental component of the support network for women who care for people with chronic illnesses, with implications for actions promoting gender equity in care for caregivers in Brazil.
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