Territorios superpuestos: lucha y resistencia de los pueblos y comunidades tradicionales del este de maranhão
DOI:
https://doi.org/10.14393/RCT206079913Palabras clave:
territorialidades, resistência, colonialismo, fronteira agrícolaResumen
Este artículo aborda la expansión de la nueva frontera agrícola en el este de Maranhão, en particular la microrregión de Chapadinha, destacando los procesos y conflictos de los monocultivos, especialmente de soja, en sus territorios. Los pueblos y comunidades tradicionales han resistido durante décadas los repetidos ataques a sus territorios mediante acciones gubernamentales a favor de empresas depredadoras. Estos territorios demuestran que es posible reexistir, aunque con pérdidas significativas, crímenes contra sus vidas, su patrimonio ancestral, acaparamiento de tierras, veneno y un estilo de vida guiado por el capitalismo de Estado. Por lo tanto, resisten y luchan, un movimiento de resistencia contra el capitalismo colonial y eurocéntrico.
Descargas
Referencias
ASSUNÇÃO, Matthias Röhring. A guerra dos Bem-te-vis: A Balaiada na Memória Oral. São Luís: SIOGE, 1988.
ASSUNÇÃO, Matthias Röhring. De caboclos a bem-te-vis: formação do campesinato numa sociedade escravista: Maranhão, 1800-1850. São Paulo: Annablume, 2015.
CAMPOS, Nazareno José de. Populações tradicionais e formas de uso comum: transformações atuais em áreas de fronteira agrícola. In: ALVES, Vicente Eudes Lemos (org.) Modernização e Regionalização nos Cerrados do Centro-Norte do Brasil. 1. Ed. Rio de Janeiro: Consequência Editora, 2015.
CARNEIRO, Marcelo Sampaio. A expansão e os impactos da soja no Maranhão. In: SCHLESINGER, Sergio et al. Agricultura familiar da soja na região Sul e o monocultivo no Maranhão: duas faces do cultivo de soja no Brasil. Rio de Janeiro: FASE, 2008. p. 77-146.
CARNEIRO, Marcelo Sampaio. Terra, trabalho e poder: conflitos e lutas sociais no Maranhão contemporâneo. São Paulo: Anna Blume, 2013.
CONTI, José Bueno; FURLAN, Sueli Angelo. Geologia: o clima, os solos e a biota. In: ROSS, Jurandyr Luciano Sanches (org.). Geografia do Brasil. 4. ed. São Paulo: EDUSP, 2003.
COSTA, Saulo Barros. A Geografia e a questão agrária no Maranhão contemporâneo: dilemas históricos, desafios e reprodução camponesa em foco. In: RODRIGUES, Sávio José Dias et al. Temas da Geografia do Maranhão: território e desenvolvimento regional. Lugar, educação e cultura. São Luís: Café & Lápis. EDUFMA, 2017.
DE DAVID, Cesar. O ensino de Geografia nas escolas do campo: subsídios para uma prática integradora. In: MATOS, Kelma Socorro Alves Lopes de et al. (org.). Experiências e diálogos na educação do campo. Fortaleza: Edições UFC, 2010.
FEITOSA, Antonio Cordeiro. O Maranhão Primitivo: uma tentativa de reconstituição. São Luís: Editora Augusta, 1983.
FERREIRA, Maria da Glória Rocha. A dinâmica da expansão da soja e as novas formas de organização do espaço na região de Balsas - MA. 2008. Tese (Doutorado em Geografia). Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.
GAMA, Alexandre de O.; LEITE, Renata. Os desafios da construção de uma política nacional de desenvolvimento rural. In: STEINBERGER, Marília (org.). Território, atores-agentes e políticas públicas espaciais. Brasília: Ler Editora, 2017.
GASPAR, Rafael Bezerra. O Eldorado dos Gaúchos: deslocamento de fazendeiros do Sul do país e seu estabelecimento no leste maranhense. São Luís: EDUFMA, 2013.
GASPAR, Rafael Bezerra. Os gaúchos do agronegócio no Leste Maranhense: estabelecimento e estratégia de reprodução. 2018. 276 f. Tese (Doutorado em Sociologia e Antropologia). Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.
GONÇALVES NETO, Wenceslau. A modernização desigual. In: GONÇALVES NETO, Wenceslau. Estado e Agricultura no Brasil: política agrícola e modernização econômica brasileira 1960-1980. São Paulo: Hucitec, 1997.
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo Demográfico. 2010. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/ Acesso em: 15 set. 2018.
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Divisão Regional do Brasil em Regiões Geográficas Imediatas e Regiões Intermediárias. 2017. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/ Acesso em: 20 out. 2018.
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Produção Agrícola Municipal. 2024. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/ Acesso em: 10 out. 2025.
IMESC – Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos. Proposta de regionalização para o desenvolvimento do Maranhão. São Luís, 2015.
LAGO, Aderson de Carvalho. Brejo, Aldeia dos Anapurus. Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão. São Luís, 1989.
MARQUES, César Augusto. Dicionário Histórico-Geográfico da Província do Maranhão. Rio de Janeiro: Fonfon e Seleta, 1970.
MELATTI, Julio Cezar. Índios do Brasil. Brasília: Coordenada, 1970.
MIGNOLO, Walter D. Desobediência epistémica: a opção descolonial e o significado da identidade na política. 2008. Disponível em: https://professor.ufop.br/sites/default/files/tatiana/files/desobediencia_epistemica_mignolo.pdf Acesso em: 26 mar. 2023.
NOGUEIRA, Virgínia de Fátima Bezerra. A expansão da soja no cerrado maranhense: uma análise da influência antrópica no clima regional. 2015. 145 f. Tese (Doutorado). Programa de Pós- Graduação em Meteorologia. Universidade Federal de Campina Grande, Paraíba.
PAULA ANDRADE, Maristela de. A produção de carvão vegetal e o plantio de eucalipto no Leste Maranhense. In: CONCEIÇÃO, Francisco Gonçalves da (org.) Carajás: desenvolvimento ou destruição? Relatórios de pesquisa. São Luís: CPT, 1995, p. 15-65.
PAULA ANDRADE, Maristela de. Os gaúchos descobrem o Brasil - projetos agropecuários contra a agricultura camponesa. São Luís, EDUFMA, 2008.
PAULA RIBEIRO, Francisco de. "Roteiro da viagem que fez o capitão Francisco de Paula Ribeiro às fronteiras da capitania do Maranhão e de Goiás no ano de 1815, em serviço de S. M. Fidelíssima". In: Revista de História e Geografia, São Luís, 1848.
SANTOS, Roselí. Alves dos; SAQUET, Marcos Aurelio. Considerações sobre a modernização da agricultura no Sudoeste do Paraná. In: SAQUET, Marcos Aurelio; SANTOS, Roselí Alves dos (org.) Geografia agrária, território e desenvolvimento. 1. ed. São Paulo: Expressão Popular, 2010.
SAQUET, Marcos Aurelio. Por uma geografia das territorialidades e das temporalidades: uma concepção multidimensional voltada para a cooperação e para o desenvolvimento territorial. 2 ed. Rio de Janeiro: Consequência, 2015.
SAQUET, Marcos Aurelio. Saberes populares, práxis territorial e contra-hegemonia. Rio de Janeiro: Consequência, 2019.
SHIRAISHI NETO, Joaquim. Grilagem de Terras no Leste Maranhense. In: CONCEIÇÃO, Francisco Gonçalves da (org.) Carajás: desenvolvimento ou destruição? Relatórios de pesquisa. São Luís: CPT, 1995, p. 67-77.
SILVA, Luís Fabiano de Aguiar. Práxis territorial e contra-hegemônica: uma experiência em investigação-ação-participativa no Quilombo Bom Sucesso dos Negros – Mata Roma-MA. 2022. 226 f. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação em Geografia. Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná, Guarapuava.
SOUZA FILHO, Benedito. Os Pretos de Bom Sucesso: terra de preto, terra de santo, terra comum. São Luís: EDUFMA, 2008.
TROVÃO, José Ribamar. O processo de ocupação do território maranhense. São Luís: IMESC, 2008.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Luís Fabiano de Aguiar Silva

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.






















