DETERMINAÇÃO DA CAPACIDADE DE CARGA TURÍSTICA E DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DA CAVERNA TOCA DO ANGICO, CAMPO FORMOSO, BA
DOI:
https://doi.org/10.14393/RCG2778803Palabras clave:
Espeleoturismo, Impacto ambiental, Sustentabilidade, Toca do Angico, Campo Formoso-BaResumen
No Brasil, muitas cavidades são utilizadas para fins turísticos, e quando mal geridas, ocasionam uma série de impactos que comprometem o equilíbrio ambiental. Neste sentido, este trabalho teve como objetivo analisar a capacidade de carga turística e o estado de conservação do trecho turístico da Toca do Angico, Campo Formoso, Bahia. Adotou-se a metodologia de capacidade de carga física, real e efetiva, e o protocolo rápido de análise do estado de conservação de cavernas. Desse modo, a capacidade de carga turística efetiva apontou uma carga máxima de 27 visitantes por dia, já o estado de conservação alcançou 73 pontos, enquadrando a cavidade como de média prioridade para conservação. O uso da caverna Toca do Angico tem ocasionado a degradação ambiental por meio de pichações, quebra de espeleotemas, descarte de resíduos sólidos e até a confecção de fogueiras no interior. O manejo adequado do atrativo turístico perpassa pela realização de estudos que apontem a capacidade de carga, o estado de conservação e a implementação de um plano de manejo espeleológico de modo a promover a conservação ambiental e a sustentabilidade econômica da atividade.
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