A QUESTÃO DO MÉTODO

Autores

  • José Gilberto de Souza Professor Associado do Programa do Departamento de Geografia e Planejamento Ambiental e do Programa de Pós-Graduação em Geografia, Instituto de Geociências e Ciências Exatas (IGCE) e Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial da América Latina e Caribe TerritoriAL do Instituto de Pesquisa em Relações Internacionais (IPRI) da Universidade Estadual Paulista
  • Raquel Fulino Doutora em Geografia pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia do Instituto de Geociências e Ciências Exatas, UNESP, Rio Claro, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG0058464

Palavras-chave:

Método, Gnosiologia, Ontologia, Ideologia, Senso Comum

Resumo

O texto apresenta uma reflexão sobre o método na pesquisa geográfica, explicitando suas relações imanentes para com os elementos gnosiológicos (epistêmicos) e ideológicos na produção do conhecimento. A posição epistêmica do geógrafo e sua visão de mundo materializam-se dialeticamente na demarcação do método de pesquisa, suscitando, assim, suas bases ontognosiológicas. As possibilidades de interlocuções entre as dimensões da subjetividade e da objetividade são, de fato, efetivas na pesquisa científica, cabendo ao pesquisador, portanto, a clareza de seu método de investigação na atenuação das formas supra-subjetivas de suas posições, bem como nas diferenciações concretas no que diz respeito ao saber do “senso comum”. Por outro lado, cabe ainda, na posição de método adotada, a compreensão das impossibilidades ontológicas de neutralidade do pesquisador e da completa negação de suas mediações enquanto ser social.

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Publicado

15-12-2020

Como Citar

Souza, J. G. de ., & Fulino, R. . (2020). A QUESTÃO DO MÉTODO . Caminhos De Geografia, 1–15. https://doi.org/10.14393/RCG0058464