ANÁLISE DA FRAGMENTAÇÃO DA PAISAGEM DO MUNICÍPIO DE NOVA MARILÂNDIA-MT, BRASIL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG217551636

Palavras-chave:

Agricultura, Desmatamento, Geotecnologias, Métricas, Pastagem

Resumo

Este trabalho tem como objetivo analisar o estado de fragmentação da paisagem do município de Nova Marilândia – Mato Grosso, visando a geração de informações que subsidiem a proposição de estratégias de planejamento para conservação e restauração da funcionalidade da paisagem. Os mapas de cobertura vegetal e usos da terra foram gerados a partir de imagens dos satélites Landsat 5, dos anos de 1998 e 2008, e Landsat 8, de 2018. Foram realizados os processos de georreferenciamento, recorte e classificação. A aplicação dos cálculos estatísticos relativos à estrutura da paisagem foi operacionalizada no programa Fragstats. No período de análise, houve alta antropização na paisagem do município, implicando na redução das áreas das classes de Vegetação Natural Florestal (10,49%) e Formação Savânica (20,95%), e um crescimento das áreas de Pastagem (36,00%) e Agricultura (103,74%), resultando no aumento da fragmentação da paisagem municipal. Concluiu-se que ocorreu um aumento da complexidade das formas e nas distâncias entre os fragmentos de vegetação nativa e a redução da conectividade funcional, ocasionada pelo crescimento expressivo das áreas de Agricultura e Pastagem, que se constituem como as principais bases econômicas do município.

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Biografia do Autor

Alexander Webber Perlandim Ramos, Universidade Federal de Minas Gerais

Doutorando em Geografia

Edinéia Aparecida dos Santos Galvanin, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

Doutora em Ciências Cartográficas

Sandra Mara Alves da Silva Neves, Universidade do Estado de Mato Grosso

Doutora em Geografia

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Publicado

31-05-2020

Como Citar

PERLANDIM RAMOS, A. W.; DOS SANTOS GALVANIN, E. A.; ALVES DA SILVA NEVES, S. M. ANÁLISE DA FRAGMENTAÇÃO DA PAISAGEM DO MUNICÍPIO DE NOVA MARILÂNDIA-MT, BRASIL. Caminhos de Geografia, Uberlândia, MG, v. 21, n. 75, p. 240–250, 2020. DOI: 10.14393/RCG217551636. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/51636. Acesso em: 2 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos