EROSÃO MARGINAL: MUDANÇAS GEOMORFOLÓGICAS NO RIO TELES PIRES (MT) DECORRENTE DA IMPLANTAÇÃO DE UM BARRAMENTO

Autores

  • Leila Nalis Paiva da Silva Andrade Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus de Cáceres - UNEMAT
  • Marcela Bianchessi da Cunha Santino Universidade Federal de São Carlos
  • Celia Alves de Souza Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT
  • Fabio Leandro da Silva Universidade Federal de São Carlos
  • Juberto Babilônia de Sousa Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do estado de Mato Grosso
  • Cristiano Campos de Miranda Universidade do Estado de Mato Grosso

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG217551056

Palavras-chave:

Processos erosivos, UHE Colider, Mudança na Paisagem, Bacia Amazônica

Resumo

A pesquisa teve como objetivo quantificar a erosão marginal e identificar os efeitos hidrológicos e geomorfológicos com a instalação e funcionamento da Usina Hidrelétrica - UHE Colider. Foram realizados: levantamento bibliográfico; trabalho de campo no período de dois anos para coleta de solo, instrumentalização e monitoramento da erosão marginal; trabalho de gabinete com confecção de croquis, cálculo da magnitude da erosão e análise em laboratório. Averiguou-se que as margens erodiram lentamente, passando a incidir o processo de abrasão. No entanto, pode-se constatar que a erosão aumentou 12% em 2018 se comparada a 2017. Ao correlacionar os fatores (velocidade, vazão, inclinação, altura do barranco e outros) verificou-se que Análise do Componente Principal explicou 63% da variação observada. No reservatório as margens e várias ilhas foram submersas, prejudicando o habitat de várias espécies. Conforme as transformações ocorridas com a instalação da UHE Colider, se não forem tomadas medidas de contensão das erosões marginais, provavelmente ocorrerá aumento dos processos erosivos.

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Biografia do Autor

Leila Nalis Paiva da Silva Andrade, Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus de Cáceres - UNEMAT

Doutora em Ciências pela Universidade Federal de São Carlos. Professora Assistente do Curso de Geografia da Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus de Cáceres. Pesquisadora do Laboratório de Pesquisa e Estudos em Geomorfologia Fluvial “Sandra Baptista da Cunha” - UNEMAT.

Marcela Bianchessi da Cunha Santino, Universidade Federal de São Carlos

Professora Associada do DHb da Universidade Federal de São Carlos. Professora e Orientadora do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais/UFSCar, Campus de São Carlos.

Celia Alves de Souza, Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT

Professora no curso de Geografia e nos Programas de Pós-Graduação em Geografia e Ciências Ambientais.

Fabio Leandro da Silva, Universidade Federal de São Carlos

Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar.

Juberto Babilônia de Sousa, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do estado de Mato Grosso

Doutor em Geografia pela Universidade Federal Fluminense. Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do estado de Mato Grosso, Campus Cáceres professor Olegário Baldo.

Cristiano Campos de Miranda, Universidade do Estado de Mato Grosso

Professor Assistente na Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas na Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT.

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Publicado

31-05-2020

Como Citar

NALIS PAIVA DA SILVA ANDRADE, L.; BIANCHESSI DA CUNHA SANTINO, M. .; ALVES DE SOUZA, C. .; LEANDRO DA SILVA, F. .; BABILÔNIA DE SOUSA, J. .; CAMPOS DE MIRANDA, C. . EROSÃO MARGINAL: MUDANÇAS GEOMORFOLÓGICAS NO RIO TELES PIRES (MT) DECORRENTE DA IMPLANTAÇÃO DE UM BARRAMENTO. Caminhos de Geografia, Uberlândia, v. 21, n. 75, p. 154–171, 2020. DOI: 10.14393/RCG217551056. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/51056. Acesso em: 27 maio. 2024.

Edição

Seção

Artigos