A USINA HIDRELÉTRICA DE ESTREITO (MA) E OS EFEITOS NO MODO DE VIDA DOS BARQUEIROS DE BABAÇULÂNDIA (TO)

Autores

  • Súsie Fernandes Santos Silva Universidade Federal do Tocantins
  • Airton Sieben Universidade Federal do Tocantins

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG207145520

Palavras-chave:

Barragem, Atingidos, Impactos, Amazônia, Rio Tocantins

Resumo

Este artigo é parte da dissertação “A reterritorialização dos barqueiros de Babaçulândia (TO) atingidos pela usina hidrelétrica de Estreito (MA)” e apresenta os impactos causados aos barqueiros do município pesquisado, a partir da formação do lago da Usina Hidrelétrica de Estreito (MA). Para consolidação deste trabalho buscou-se informações em artigos, livros, dissertações e teses. A pesquisa foi submetida ao Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Universidade Federal do Tocantins (CEP/UFT), em seguida obteve-se informações específicas com os barqueiros através da aplicação de entrevistas semiestruturadas, gravadas em áudios. Compreendeu-se que os barqueiros exerciam, antes da formação do lago da usina hidrelétrica de Estreito, atividades nas quais os rendimentos financeiros eram suficientes para a manutenção das despesas familiares, porém a partir da migração compulsória e formação do lago extinguiram-se as possibilidades de trabalho. Concluiu-se que desde o início da construção do empreendimento e durante a migração compulsória os barqueiros associados sofreram impactos irreversíveis os quais persistem, de forma acentuada, na atualidade, tanto em aspectos territoriais, sociais, culturais e financeiros.

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Biografia do Autor

Súsie Fernandes Santos Silva, Universidade Federal do Tocantins

Mestre em Estudo de Cultura e Território

Airton Sieben, Universidade Federal do Tocantins

Doutor e Pós-doutor em Geografia

Professor do (PPGCULT) no Campus de Araguaína (UFT)

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Publicado

28-08-2019

Como Citar

SILVA, S. F. S.; SIEBEN, A. A USINA HIDRELÉTRICA DE ESTREITO (MA) E OS EFEITOS NO MODO DE VIDA DOS BARQUEIROS DE BABAÇULÂNDIA (TO). Caminhos de Geografia, Uberlândia, MG, v. 20, n. 71, p. 234–249, 2019. DOI: 10.14393/RCG207145520. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/45520. Acesso em: 29 nov. 2022.

Edição

Seção

Artigos