ANÁLISE DOS SISTEMAS NATURAIS DO MUNICÍPIO DE ALCOBAÇA (BA)

Autores

  • Pedro Spanghero Universidade Estadual de Campinas
  • Ralph Charles Universidade Estadual de Campinas
  • Denivaldo Ferreira Souza Universidade Estadual de Campinas
  • Regina Célia de Oliveira Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG207044176

Palavras-chave:

Sistemas naturais, Análise sistémica, Geomorfologia Costeira, Alcobaça

Resumo

As regiões litorâneas apresentam diversas fisionomias paisagísticas, compostas por feições morfológicas que variam de acordo com a latitude, geologia, clima, descarga fluvial, diversidades pedológicas e de fauna e flora. Consequentemente, constituem-se em áreas de grande fragilidade e vulnerabilidade devido aos processos naturais e a relação secular de ocupação destas zonas. As ações antrópicas podem resultar em danos irreversíveis que impulsiona os conflitos de ordem ambiental e social. De acordo com os princípios sistêmicos, o sistema naturais do município de Alcobaça é composta pelos elementos naturais conectados e integrados que formam uma unidade com constante circulação de energia e matéria dos sistemas naturais e antrópicos. Em virtude deste cenário, este trabalho tem como objetivo colaborar com o processo de ordenamento do uso e ocupação da terra do município de Alcobaça a partir da execução de uma análise dos sistemas naturais na escala 1:50.000. Para tanto, foi utilizado a metodologia proposta por Rodriguez, Silva e Cavalcanti (2013), da Geoecologia da Paisagem, que a partir da articulação dos componentes naturais da paisagem foi gerado o Mapa de Sistemas Naturais a partir da definição de zonas que apresentassem dinâmicas de funcionamento e processos semelhantes.

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Publicado

30-07-2019

Como Citar

SPANGHERO, P.; CHARLES, R.; SOUZA, D. F.; OLIVEIRA, R. C. de. ANÁLISE DOS SISTEMAS NATURAIS DO MUNICÍPIO DE ALCOBAÇA (BA). Caminhos de Geografia, Uberlândia, MG, v. 20, n. 70, p. 538–556, 2019. DOI: 10.14393/RCG207044176. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/44176. Acesso em: 5 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos