OCORRÊNCIA, FREQUÊNCIA E DANOS DAS PRECIPITAÇÕES DE GRANIZO NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA

Autores

  • Nathan Felipe da Silva Caldana Universidade Tecnológica Federal do Paraná
  • Paulo Henrique Caramori IAPAR - Instituto Agronômico do Paraná
  • Angela Beatriz Ferreira da Costa SIMEPAR - Sistema Meteorológico do Paraná
  • Glauco Marighella Ferreira da Silva

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG207042823

Palavras-chave:

precipitação de granizo, vulnerabilidade, risco climático, eventos extremos.

Resumo

As condições de tempo e clima são essenciais para a agricultura e o desenvolvimento da sociedade, entretanto, sua dinâmica pouco compreendida pode comprometer algumas atividades humanas. A precipitação de granizo, um evento extremo caracterizado por precipitação de água em estado sólido, tem alta capacidade destrutiva tanto no meio rural quanto no urbano, gerando transtornos e prejuízos frequentes. A Região Metropolitana de Curitiba (RMC) possui um grande contingente populacional com grande vulnerabilidade a eventos extremos meteorológicos, sendo necessários estudos que auxiliem para o planejamento na região. Dessa forma objetivou-se neste trabalho identificar a formação, frequência, ocorrência e os danos de precipitações de granizo na RMC. Para isso, utilizou-se dados disponibilizados pelo Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR), Sistema Meteorológico do Paraná (SIMEPAR), Defesa Civil do Paraná, jornais publicados e cartas sinóticas disponibilizas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. O recorte temporal utilizado foi de 1986 a 2017. Identificou-se que o eixo de Campo Largo a São José dos Pinhais é o mais vulnerável e com maior frequência de granizo, chegando a registrar 4 precipitações de granizo por ano. A estação de primavera e o mês de setembro registraram maior número de eventos e sua principal formação foi por meio dos sistemas convectivos

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Biografia do Autor

Nathan Felipe da Silva Caldana, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Mestrando em Engenharia Ambiental na linha de pesquisa Poluição do Ar e Processos Atmosféricos. Bolsista de pesquisa do IAPAR - Instituto Agronômico do Paraná/ITAIPU Binacional em Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) na bacia do Rio Paraná 3. Possui formação em licenciatura de Geografia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Foi bolsista no IAPAR - Instituto Agronômico do Paraná na área de Agrometeorologia. Participou do Programa de Iniciação Científica (PROIC) da Universidade Estadual de Londrina, vinculado à pesquisa em Climatologia, intitulada: Variabilidade das Chuvas Anuais na Bacia Hidrográfica do Rio Iguaçu. Participou como bolsista do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID). Fez estágio na SEMA - Secretária Municipal do Ambiente da Prefeitura Municipal de Londrina, com enfase na área de Biogeografia.

Paulo Henrique Caramori, IAPAR - Instituto Agronômico do Paraná

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1976), mestrado em Agrometeorologia pela Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiróz" (1982), doutorado em Agrometeorologia - Mcgill University (1992) e pós-doutorado pela UNICAMP/CEPAGRI (2006). Participou da montagem do Sistema Meteorológico do Paraná (SIMEPAR). Foi presidente da Sociedade Brasileira de Agrometeorologia no biênio 2003-2005. Pesquisador aposentado do Instituto Agronômico do Paraná - IAPAR (Janeiro de 1977 a Julho de 2014). Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Agrometeorologia, atuando principalmente nos seguintes temas: balanço hidrico, café, geadas, sistemas de alerta, modelagem agroclimática, monitoramento agroclimático, sistemas agroflorestais, risco climático, épocas de semeadura, zoneamento agrícola, sensoriamento remoto da atmosfera e mudanças climáticas e impactos na agricultura. Coordenou os programas "Alerta Geada" para a cafeicultura, Zoneamento Agrícola do Paraná e Monitoramento Agroclimático do Paraná. Foi editor associado das revistas científicas Bragantia e Revista Brasileira de Agrometeorologia. Recebeu a Láurea Sergio Westphalen da Sociedade Brasileira de Agrometeorologia em 2009, em reconhecimento pelos trabalhos de pesquisa desenvolvidos na área. Coordenou a Área de Ecofisiologia do IAPAR durante grande parte da atuação profissional. Líder dos grupos de pesquisa "Recuperação de áreas degradadas com sistemas agrícolas" e "Mudanças climáticas: tendências, impactos e medidas mitigatórias no estado do Paraná?. Pesquisador e professor credenciado do curso de pós-graduação em Bioenergia da Universidade Estadual de Londrina. Editor associado da revista Coffee Science. Foi coordenador do curso de Pós-Graduação acadêmica em Agricultura Conservacionista do IAPAR de 2013 a 2014 e é responsável pela disciplina de Agrometeorologia. Atualmente é pesquisador voluntário do IAPAR.

Angela Beatriz Ferreira da Costa, SIMEPAR - Sistema Meteorológico do Paraná

Possui graduação em Meteorologia pela Universidade Federal de Pelotas (1989), mestrado em Meteorologia pela Universidade de São Paulo (1995) doutorado em Agrometeorologia pela Universidade Estadual de Londrina (2014). Com experiência na área de Geociências, com ênfase em Meteorologia e Agrometeorologia, atuando principalmente nos seguintes temas: clima, estação meteorológica e alerta geada.

Glauco Marighella Ferreira da Silva

Geógrafo (CREA/PR 131.475/D), graduado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e MBA em Gestão Ambiental pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Possui produções acadêmicas na área de hidrogeologia, ensino de geografia, geoprocessamento para análise ambiental e climatologia. Participou de projetos no Laboratório de Hidrogeologia da UEL (2008-2011). Participou do grupo PET de Geografia (2011). Atuou como bolsista na Área de Agrometeorologia do Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR). Membro dirigente do CREAjr Paraná (Gestão 2011-2012). Foi Analista Ambiental na DRZ Geotecnologia e Consultoria (2013-2014), atuando em planejamento municipal rural e saneamento, zoneamento ecológico-econômico e gestão resíduos sólidos com foco em Geoprocessamento. Atualmente é sócio e Gerente de Projetos de Gestão Territorial da empresa Catena Planejamento Territorial (2014 - atual), com foco na gerenciamento ambiental, melhoria da produtividade rural e agroenergia.   GMT Detectar idiomaAfricânerAlbanêsAlemãoArabeArmênioAzerbaijanoBascoBengaliBielo-russoBirmanêsBósnioBúlgaroCatalãoCazaqueCebuanoChichewaChinês (Simp)Chinês (Trad)CingalêsCoreanoCrioulo haitianoCroataDinamarquêsEslovacoEslovenoEspanholEsperantoEstonianoFinlandêsFrancêsGalegoGalêsGeorgianoGregoGujaratiHauçaHebraicoHindiHmongHolandêsHúngaroIgboIndonésioInglêsIorubaIrlandêsIslandêsItalianoJaponêsJavanêsKannadaKhmerLaosianoLatimLetãoLituanoMacedônicoMalaialaMalaioMalgaxeMaltêsMaoriMarathiMongolNepalêsNorueguêsPersaPolonêsPortuguêsPunjabiRomenoRussoSérvioSesothoSomáliaSuaíliSudanêsSuecoTadjiqueTagaloTailandêsTâmilTchecoTelugoTurcoUcranianoUrduUzbequeVietnamitaYiddishZulu AfricânerAlbanêsAlemãoArabeArmênioAzerbaijanoBascoBengaliBielo-russoBirmanêsBósnioBúlgaroCatalãoCazaqueCebuanoChichewaChinês (Simp)Chinês (Trad)CingalêsCoreanoCrioulo haitianoCroataDinamarquêsEslovacoEslovenoEspanholEsperantoEstonianoFinlandêsFrancêsGalegoGalêsGeorgianoGregoGujaratiHauçaHebraicoHindiHmongHolandêsHúngaroIgboIndonésioInglêsIorubaIrlandêsIslandêsItalianoJaponêsJavanêsKannadaKhmerLaosianoLatimLetãoLituanoMacedônicoMalaialaMalaioMalgaxeMaltêsMaoriMarathiMongolNepalêsNorueguêsPersaPolonêsPortuguêsPunjabiRomenoRussoSérvioSesothoSomáliaSuaíliSudanêsSuecoTadjiqueTagaloTailandêsTâmilTchecoTelugoTurcoUcranianoUrduUzbequeVietnamitaYiddishZulu         A função de fala é limitada a 200 caracteres  Opções : Histórico : Comentários : DonateEncerrar

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Publicado

05-08-2019

Como Citar

Caldana, N. F. da S., Caramori, P. H., Costa, A. B. F. da, & Silva, G. M. F. da. (2019). OCORRÊNCIA, FREQUÊNCIA E DANOS DAS PRECIPITAÇÕES DE GRANIZO NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA. Caminhos De Geografia, 20(70), 263–275. https://doi.org/10.14393/RCG207042823

Edição

Seção

Artigos