O COMPLEXO DE SOJA ARGENTINO, ANÁLISE DA SUA CONFIGURAÇÃO ESPACIAL E RENDAS DIFERENCIAIS.

Autores

  • Pablo Martin Bender Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de Pós Graduação em Geografia.

Palavras-chave:

da Produção Agrícola e Agroindustrial Argentina, Cidade de Rosário, Política Tributária das Exportações Agrícolas Argentinas.

Resumo

O complexo agroexportador de soja é o principal e mais dinâmico setor da economia argentina representando um terço das exportações e um crescimento nas últimas décadas muito acima da média da economia nacional desse país. Durante os governos de Nestor e Cristina Kirchner, os impostos às exportações de soja se elevaram para 35% e no governo Macri essa cifra está em 30%. Mesmo com este pesado tributo, o setor continua crescendo e aumentando sua produção favorecido pelas rendas diferenciais da região pampeana, algumas das quais serão analisadas no presente artigo com a ajuda de mapas e dados estatísticos. Estas rendas estão ligadas às condições geográficas da região, entre as que destacamos: a cercania das áreas de cultivo com relação às indústrias de esmagamento, as capacidades naturais do solo e a infraestrutura de transporte e processamento de grãos. Na cidade de Rosário e seus arredores, nas margens do rio Paraná, se concentra o maior pólo agroexportador argentino, por onde é canalizado ao exterior 80% da produção agrícola. A teoria da renda da terra auxiliará na compreensão da configuração espacial da agroindústria argentina e suas vantagens diferenciais.

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Biografia do Autor

Pablo Martin Bender, Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de Pós Graduação em Geografia.

Doutorando do Programa de Pós Graduação em Geografia da Universidade Federal de Santa Catarina. Ex professor da Universidad Nacional del Litora, Santa Fé, Argentina.

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Publicado

21-06-2017

Como Citar

BENDER, P. M. O COMPLEXO DE SOJA ARGENTINO, ANÁLISE DA SUA CONFIGURAÇÃO ESPACIAL E RENDAS DIFERENCIAIS. Caminhos de Geografia, Uberlândia, MG, v. 18, n. 62, p. 217–233, 2017. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/34759. Acesso em: 5 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos