UTILIZAÇÃO DE ABRIGOS TERMO-HIGROMÉTRICOS ALTERNATIVOS

Autores

  • Marcos de Oliveira Valin Júnior Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - Campus Cuiabá http://orcid.org/0000-0003-2961-2011
  • Flávia Maria de Moura Santos Professora do Programa de Pós-Graduação em Física Ambiental - UFMT
  • Marta Cristina de Jesus Albuquerque Nogueira Professora do Programa de Pós-Graduação em Física Ambiental - UFMT
  • Carlo Ralph De Musis Professor do Programa de Pós-Graduação em Física Ambiental
  • José de Souza Nogueira Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Física Ambiental - UFMT

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG175705

Palavras-chave:

Abrigos alternativos, Abrigos para termo-higrométricos, Clima urbano, Clima urbano.

Resumo

Este trabalho teve por objetivo levantar os tipos de abrigos alternativos para termo-higrômetros (temperatura e umidade) utilizados, reproduzi-los e testa-los para comparação dos dados obtidos a partir de um padrão de referência, instalados em campo aberto para garantir o mesmo ambiente para o estudo, visando avaliar e qualificar esses abrigos quanto ao seu desempenho, custo e praticidade de manuseio para utilização em pesquisas de clima urbano. Com os dados coletados realizaram-se diversas analises gráficas e estáticas. Com base no desempenho dos abrigos alternativos analisados, tem-se que os abrigos fabricados com tubo de PVC na vertical e com pote de sorvete não se demonstram eficientes para a coleta de dados em pontos fixos, principalmente se utilizados durante o dia. Quanto aos demais tipos, o com pratos plásticos, tubo de PVC na horizontal e casa de madeira, se mostraram alternativas viáveis quanto ao desempenho, cabendo analisar o local onde será utilizado para definir qual deles melhor se adapta, pois o horizontal depende de já conhecer o sentido da direção do vento, o de madeira do espaço disponível devido ao seu tamanho e peso e o de pratos depende da disponibilidade de pratos plásticos na cor branca.

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Biografia do Autor

Marcos de Oliveira Valin Júnior, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - Campus Cuiabá

Graduado no Curso Superior de Tecnologia em Controle do Obras pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT) e MBA Perícia, Auditoria e Gestão Ambiental (IPOG). Mestrando em Física Ambiental na UFMT.

Flávia Maria de Moura Santos, Professora do Programa de Pós-Graduação em Física Ambiental - UFMT

Professora do Programa de Pós-Graduação em Física Ambiental - UFMT

Marta Cristina de Jesus Albuquerque Nogueira, Professora do Programa de Pós-Graduação em Física Ambiental - UFMT

Professora do Programa de Pós-Graduação em Física Ambiental - UFMT

Carlo Ralph De Musis, Professor do Programa de Pós-Graduação em Física Ambiental

Professor do Programa de Pós-Graduação em Física Ambiental

José de Souza Nogueira, Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Física Ambiental - UFMT

Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Física Ambiental - UFMT

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Publicado

11-03-2016

Como Citar

VALIN JÚNIOR, M. de O.; SANTOS, F. M. de M.; NOGUEIRA, M. C. de J. A.; MUSIS, C. R. D.; NOGUEIRA, J. de S. UTILIZAÇÃO DE ABRIGOS TERMO-HIGROMÉTRICOS ALTERNATIVOS. Caminhos de Geografia, Uberlândia, MG, v. 17, n. 57, p. 74–91, 2016. DOI: 10.14393/RCG175705. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/30905. Acesso em: 7 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos