SISTEMA ORGÂNICO DE PRODUÇÃO E A QUESTÃO AGRÁRIA: NOTAS PARA O DEBATE

Autores

  • Vitor Hélio Pereira de Souza Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Geografia da FCT/ UNESP, Campus de Presidente Prudente Bolsista de Mestrado da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), e pesquisador do GEDRI (Grupo de Estudos em Desenvolvimento Regional e Infraestrutura).
  • José Aparecido Lima Dourado Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Geografia da FCT/UNESP, Campus de Presidente Prudente. Professor da Universidade do Estado do Amazonas

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG155223876

Palavras-chave:

Agricultura familiar, Produção de orgânicos, Políticas Públicas, Mercado.

Resumo

No início da década de 1990, o segmento de produtos orgânicos começou a ganhar mercado, primeiramente em feiras livres e, mais tarde, no início do século XXI, nas prateleiras das grandes redes de supermercados. Nesse universo, o recente incentivo à produção de orgânicos ganhou destaque nos discursos de parcela da academia e do Estado, que propõem enquanto alternativa para redução da condição de miséria que se encontram milhões de agricultores familiares em todo o Brasil a sua inserção no mercado, através da especialização da produção. Desse modo, as reflexões que ora trazemos para o debate têm como intuito propor elementos para se analisar criticamente o crescimento nos últimos anos do mercado de produtos orgânicos no Brasil, contribuindo para desmistificar os interesses políticos e ideológicos que permeiam o recente incentivo à produção de orgânicos no país.

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Publicado

12-12-2014

Como Citar

SOUZA, V. H. P. de; DOURADO, J. A. L. SISTEMA ORGÂNICO DE PRODUÇÃO E A QUESTÃO AGRÁRIA: NOTAS PARA O DEBATE. Caminhos de Geografia, Uberlândia, v. 15, n. 52, p. 55–65, 2014. DOI: 10.14393/RCG155223876. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/23876. Acesso em: 12 abr. 2024.

Edição

Seção

Artigos