ANÁLISE BIOCLIMÁTICA DO BAIRRO MORADA DO PARQUE DE MONTES CLAROS (MG)

Autores

  • Diego de Sousa Ribeiro Fonseca Graduado em Geografia pela UNIMONTES

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG113315929

Palavras-chave:

SIG, análise bioclimática, preservação ambiental.

Resumo

O objetivo deste trabalho é diagnosticar se a preservação de áreas verdes realmente reflete na satisfação da comunidade com o ambiente em convívio. Através de uma técnica que propõe minimizar os gastos com energia elétrica para diminuir os impactos ao meio ambiente, a análise bioclimática é uma nova discussão no ambiente geográfico que, se colocada em prática, possivelmente contribuirá para uma relação mais harmônica entre o homem e o meio natural. Dessa forma, empregando técnicas de Sistemas de Informações Geográficas (SIG) e Sensoriamento Remoto, e tomando como área de estudo o bairro Morada do Parque, onde há grande cobertura vegetal e outros atributos que o destacam de outras áreas da cidade de Montes Claros (MG), foi feita esta pesquisa. A metodologia empregada foi: analise empírica do ambiente, revisão bibliográfica, mapeamento e espacialização da área, aplicação de formulário, pesquisa a entidades públicas e a produção de gráficos. O resultado foi a comprovação de que a preservação da paisagem natural em harmonia com os adensamentos urbanos está diretamente ligada à satisfação das pessoas com o espaço, proporcionando maior conforto e equilíbrio em vários aspectos do bem-estar social. Esse resultado foi possível graças à grande ajuda das Geotecnologias na coleta, armazenagem, manipulação e discriminação dos resultados em material cartográfico.

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Biografia do Autor

Diego de Sousa Ribeiro Fonseca, Graduado em Geografia pela UNIMONTES

Graduado em Geografia pela UNIMONTES. Atua como professor, em outros tempos prestou serviço em empresa de consultoria ambiental.

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Publicado

22-03-2010

Como Citar

FONSECA, D. de S. R. ANÁLISE BIOCLIMÁTICA DO BAIRRO MORADA DO PARQUE DE MONTES CLAROS (MG). Caminhos de Geografia, Uberlândia, MG, v. 11, n. 33, p. 138–156, 2010. DOI: 10.14393/RCG113315929. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/15929. Acesso em: 26 nov. 2022.

Edição

Seção

Artigos