QUALIDADE AMBIENTAL URBANA E OCUPAÇÃO PERIFÉRICA E PERCEPÇÃO EM ÁREA DE PROTEÇÃO E RECUPERAÇÃO DE MANANCIAIS, ZONA SUL DE SÃO PAULO

Autores

  • Douglas Gomes dos Santos Universidade Federal de Uberlândia

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG92715729

Palavras-chave:

cidade de São Paulo, Paisagem Urbana, Percepção Ambiental, Qualidade Ambiental Urbana

Resumo

O município de São Paulo corresponde a uma das maiores aglomerações urbanas do mundo e a população, distribuída irregularmente pelo território, encontra diferentes ambientes para a sua fixação. A cidade cresce pela ampliação das periferias e a ocupação periférica é normalmente irregular às leis e ao ambiente. O quadro torna-se mais crítico quando a ocupação chega e compromete as Áreas de Proteção e Recuperação aos Mananciais, fundamentais para a qualidade ambiental urbana, importante critério para compor a definição de qualidade de vida. A percepção da qualidade ambiental urbana, para o morador das áreas periféricas, é instrumento para a conscientização e para a ação governamental e/ou individual.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Douglas Gomes dos Santos, Universidade Federal de Uberlândia

Bacharelado em Geografia pelo Depto. de Geografia da FFLCH-USP (1993), Licenciatura Plena em Geografia pela FE-USP (1994), Mestre em Geografia Física (1997) com o tema de planejamento ambiental de unidades de conservação, Doutor em Geografia Física (2002) com o tema de qualidade ambiental urbana

Downloads

Publicado

22-09-2008

Como Citar

SANTOS, D. G. dos. QUALIDADE AMBIENTAL URBANA E OCUPAÇÃO PERIFÉRICA E PERCEPÇÃO EM ÁREA DE PROTEÇÃO E RECUPERAÇÃO DE MANANCIAIS, ZONA SUL DE SÃO PAULO. Caminhos de Geografia, Uberlândia, MG, v. 9, n. 27, p. 17–30, 2008. DOI: 10.14393/RCG92715729. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/15729. Acesso em: 7 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos