ANÁLISE DO CONTROLE AMBIENTAL REALIZADO NO IGARAPÉ MIRANDINHA, BOA VISTA - RR, 1999

Autores

  • Antônio Carlos dos Santos funasa
  • Agostinho Paula Brito Cavalcanti Prof. Dr. da Universidade Federal do Piauí - UFPI

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG82015520

Palavras-chave:

Saneamento Ambiental, Malária, Drenagem

Resumo

O presente trabalho tem o objetivo de analisar o impacto das Ações de Saneamento Ambiental do Igarapé Mirandinha no ano de 1999 sobre a transmissão da malária. A metodologia utilizada contou com três etapas: levantamento bibliográfico, pesquisa de campo no igarapé Mirandinha, visita aos órgãos públicos e empresa privada para consulta de documentos. Utilizaram-se vários instrumentos de coleta como formulários, GPS e máquina fotográfica digital. As informações coletadas geraram gráficos, quadro e tabela. Nas discussões e nos resultados comprovou-se a inexistência de Portaria que regulamentasse a utilização dos recursos para a realização da drenagem. A autoctonia dos casos de malária foi superestimada levando em consideração possível erro na notificação dos mesmos. A descentralização das ações de combate a endemias para estados e municípios melhorou a qualidade dos serviços. A falta de manutenção e limpeza da drenagem no Mirandinha foi devido a descaso da Prefeitura Municipal e população beneficiada. Diante do exposto conclui-se que a obra de drenagem para o Controle da malária no igarapé Mirandinha não foi suficiente para reduzir os casos de malária do bairro. Sugere-se incentivos para práticas de educação ambiental e saúde nas escolas, como também um melhor acompanhamento das ações de saneamento pelos órgãos competentes e população de forma geral.

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Publicado

02-02-2007

Como Citar

SANTOS, A. C. dos; CAVALCANTI, A. P. B. ANÁLISE DO CONTROLE AMBIENTAL REALIZADO NO IGARAPÉ MIRANDINHA, BOA VISTA - RR, 1999. Caminhos de Geografia, Uberlândia, v. 8, n. 20, p. 53–61, 2007. DOI: 10.14393/RCG82015520. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/15520. Acesso em: 3 mar. 2024.

Edição

Seção

Artigos