Transformações Geomorfológicas e Urbanização: Estudo dos Estágios de Alteração Antrópica na Bacia Hidrográfica do Rio Tigre (1975-2023)
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Palavras-chave

Geomorfologia Urbana
Estágios de intervenção urbana
Análise multitemporal
Diretrizes metodológicas

Como Citar

FURLAN, André Ricardo; TRENTIN, Romario; SPINELLI, Juçara. Transformações Geomorfológicas e Urbanização: Estudo dos Estágios de Alteração Antrópica na Bacia Hidrográfica do Rio Tigre (1975-2023). Sociedade & Natureza, [S. l.], v. 37, n. 1, 2025. DOI: 10.14393/SN-v37-2025-77228. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/sociedadenatureza/article/view/77228. Acesso em: 22 fev. 2026.

Resumo

As atividades humanas modificaram o relevo desde o período Paleolítico, intensificando-se após a Revolução Industrial, especialmente em áreas urbanas. Este estudo examina as transformações geomorfológicas e hidrológicas ocorridas na bacia hidrográfica do rio Tigre, em Erechim (RS), ao longo de quase cinco décadas de urbanização. Os procedimentos metodológicos adotados foram estruturados em uma abordagem multitemporal, viabilizada pelo uso de Sistemas de Informações Geográficas (SIG) e técnicas de geoprocessamento. Foram aplicados recursos de cartografia, sensoriamento remoto e fotointerpretação. Essa estratégia analítica possibilitou classificar os diferentes estágios de intervenção antrópica, investigar as alterações na dinâmica fluvial e compreender os efeitos da urbanização sobre os processos geomorfológicos e hidrológicos locais. Os resultados revelam que, em 2023, a cobertura urbana da bacia alcançou 79,48%, com predominância dos estágios de Perturbação Ativa e Pós-Perturbação. Tais transformações impactaram os fluxos superficiais e subsuperficiais, aumentando a suscetibilidade a inundações. Verificou-se também intensificação da impermeabilização, redução da infiltração e modificações nas redes de drenagem, fatores que comprometem o equilíbrio hidrogeomorfológico. Conclui-se que são necessárias medidas de mitigação, como o manejo sustentável e a recuperação da vegetação ciliar, associadas a políticas públicas de planejamento urbano, para conter os efeitos da urbanização e reduzir os riscos de deslizamentos, enchentes e degradação ambiental.

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