A arte dos Irmãos Quay à luz do Grande Vidro: a Narrativa
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Palavras-chave

Stop-motion, o inacabado, poeira, desejo.

Como Citar

O'NEILL, Eithne. A arte dos Irmãos Quay à luz do Grande Vidro: a Narrativa. Revista Estado da Arte, Uberlândia, Brasil, v. 2, n. 1, p. 249–265, 2021. DOI: 10.14393/EdA-v2-n1-2021-61248. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/revistaestadodaarte/article/view/61248. Acesso em: 4 ago. 2026.
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Resumo

A refinada arte cênica dos irmãos Quay, sendo ela em stop-motion ou ao vivo, é notoriamente misteriosa. Evitando os códigos do cinema narrativo, seu mundo imaginário, em grande parte feito à mão, resiste às tentativas de ser definido de maneira unívoca. Após um olhar mais atento, constata-se que o mundo dos irmãos Quay revela elementos formais presentes nas estratégias adotadas por Duchamp na realização do seu trabalho inacabado – O Grande Vidro. Em que medida é que estas obras de arte, cinéticas ou estáticas, têm uma história para contar? Esta questão, tendo como  método a análise comparativa, pode ajudar a esclarecer o que é uma narrativa.

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