O colapso da arte pública nas práticas artísticas das vanguardas contemporâneas: Geodésica Cultural Itinerante na Revolução dos Baldinhos
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Palavras-chave

Arte pública
arte contemporânea
vanguardas

Como Citar

OLIVEIRA, Luiz Sérgio da Cruz de. O colapso da arte pública nas práticas artísticas das vanguardas contemporâneas: Geodésica Cultural Itinerante na Revolução dos Baldinhos. Revista Estado da Arte, Uberlândia, Brasil, v. 1, n. 1, p. 111–127, 2020. DOI: 10.14393/EdA-v1-n1-2020-55495. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/revistaestadodaarte/article/view/55495. Acesso em: 8 ago. 2026.
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Resumo

Este estudo busca entender a produção de arte recente na esfera pública como um transbordamento da arte contemporânea, em um movimento que parece revelar a insuficiência dos espaços tradicionais para uma arte que se fez política e que, colateralmente, coloca em disputa a validade da noção de arte pública como categoria. Ao mesmo tempo, visamos investigar a produção desses/as artistas e coletivos de artistas (e de não-artistas), comprometidos com as conexões entre arte, política e questões sociais na esfera pública, a partir de perspectivas que os identificam como “vanguardas contemporâneas”, rebatidas em práticas que atualizam utopias, estratégias e ações das primeiras vanguardas do século XX, em especial das vanguardas russas, em suas articulações entre preocupações político-sociais e elaborações estéticas.

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