Impurezas de arquivo: prática artística e (re)elaboração de um conceito de arquivo
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Palavras-chave

arquivo
fotografias de família
práxis artística
discursividades

Como Citar

TRIGO, Maria Ilda. Impurezas de arquivo: prática artística e (re)elaboração de um conceito de arquivo. Revista Estado da Arte, Uberlândia, Brasil, v. 1, n. 2, p. 305–321, 2020. DOI: 10.14393/EdA-v1-n2-2020-55477. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/revistaestadodaarte/article/view/55477. Acesso em: 4 ago. 2026.
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Resumo

Este artigo trata da reelaboração do conceito de arquivo a partir da práxis artística. Apresenta e problematiza o percurso que levou a autora de uma percepção ingênua – ou ainda idealizada – da prática arquivística à concepção de arquivo como centro de forças na maioria das vezes dissonantes. Apoia-se, para isso, na própria experiência artística de que trata (e em seu relato) e, por outro lado, numa série de questões suscitadas por autores que, contemporaneamente, têm se dedicado a pensar os arquivos no contexto das práticas discursivas que o perpassam.

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