Extensión universitaria y educación popular
conocimientos en lucha en la Amazonia maranhense, Brasil
DOI:
https://doi.org/10.14393/REP-2025-77426Palabras clave:
Extensión universitaria, Escuela de Educación Popular, Sistematización de experiencias, Conflictos socioambientales y territoriales, Corredor CarajásResumen
Las experiencias del proyecto de extensión «Escuela de Educación Popular en el Corredor Carajás: Ciudadanía, Derechos Humanos y Derechos de la Naturaleza» permiten reflexionar sobre los procesos formativos que involucran a jóvenes expuestos a situaciones de conflictos territoriales y ambientales en lugares afectados por proyectos desarrollistas del Corredor Carajás, en la Amazonia maranhense, además de contribuir a pensar la educación popular en estos contextos. Por lo tanto, el objetivo de este artículo es reflexionar sobre la educación popular, así como sobre los caminos y las escuchas, las fortalezas y los desafíos, a partir de encuentros, experiencias de los territorios y esfuerzos de los jóvenes por sentir, comprender y actuar ante los conflictos. La elaboración del artículo se basa en el seguimiento directo de los procesos de preparación y ejecución de los procesos formativos, el examen del material pedagógico, los informes producidos en cada encuentro, además de los informes generales realizados por el equipo. La Escuela de Educación Popular se concibe como un espacio para fortalecer la pluralidad de voces que surgen de los conflictos, preservar los recuerdos de la lucha, compartir experiencias y socializar investigaciones y estudios sobre temas afines, así como construir conocimientos compartidos que sustenten otras formas de pensar y vivir.
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Referencias
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