Inteligência Artificial e plágio
integrando o uso ético de Inteligência Artificial na formação continuada de docentes na Educação Profissional e Tecnológica
DOI:
https://doi.org/10.14393/REP-2026-81782Palavras-chave:
Educação Profissional e Tecnológica, Formação humana integral, Inteligência Artificial Generativa, Plágio acadêmico, Formação continuada de professoresResumo
A rápida disseminação das ferramentas de Inteligência Artificial Generativa amplia possibilidades de apoio à aprendizagem e à produção textual, embora também intensifique preocupações relacionadas à autoria, à integridade acadêmica e ao plágio. No contexto da Educação Profissional e Tecnológica, orientada pela formação humana integral e pela articulação entre trabalho, ciência e cultura, tais desafios tornam-se particularmente relevantes. Desse modo, este estudo objetivou analisar as percepções e práticas de docentes da Educação Profissional e Tecnológica sobre o uso da Inteligência Artificial Generativa em atividades acadêmicas, bem como avaliar as contribuições de uma sequência didática, desenvolvida para a formação continuada de professores no uso ético dessas tecnologias e na prevenção do plágio. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de natureza aplicada, realizada com docentes dos cursos técnicos integrados ao ensino médio do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo — Câmpus Sertãozinho. Os dados foram coletados por meio de questionário diagnóstico, aplicação de sequência didática em ambiente Moodle e entrevistas semiestruturadas, analisadas pela metodologia de Análise de Livre Interpretação. Os resultados indicaram familiaridade técnica moderada com a Inteligência Artificial Generativa e mostraram que a formação proposta ampliou a consciência crítica dos docentes sobre autoria, integridade acadêmica e mediação pedagógica.
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