Natureza em nós: educações por entre florestas e rios Apresentação
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Resumen
O convite que deixamos aos leitores dos textos é a mesma disposição de quem entra na mata. Pois, ao entrar na mata fechada, o corpo transpira - como se dissolvesse. A camisa cola na pele, o ar pesa nos pulmões, pequenas gotas escorrem pelas costas antes mesmo que o pensamento organize a sensação. Não é só calor. É a umidade viva que nos envolve, como se atravessássemos o interior de uma respiração maior. A evaporação já não é rápida; o suor demora, insiste, permanece na pele como uma película que nos lembra que estamos dentro de uma atmosfera compartilhada. A floresta também transpira. Pelos estômatos das folhas, pela superfície escura do solo, pelo vapor que sobe invisível do húmus, ela exala água continuamente.
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Referencias
COCCIA, Emanuele. A vida das plantas: uma metafísica da mistura. Florianópolis: Cultura e Barbárie, 2018.
KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A queda do céu: palavras de um xamã yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2015