Temas socioambientales en la formación de profesores de Ciencias: un estudio sobre la generación de residuos plásticos

Contenido principal del artículo

Víviam Cristina Costa Silva Santos
Elaine Angelina Colagrande

Resumen

Este artículo analiza los resultados de un estudio cualitativo realizado con estudiantes universitarios, con el objetivo de investigar su comprensión de los aspectos químicos, sociales y ambientales que involucran la generación y disposición de residuos sólidos, específicamente materiales plásticos. Se utilizó como marco teórico el conocimiento del campo de la Educación Ambiental desde una perspectiva crítica. La investigación se realizó en el curso de Licenciatura en Química de una universidad federal de Minas Gerais, en el ámbito de una asignatura optativa de orientación ambiental, con la participación de seis estudiantes de grado. La recolección de datos se realizó en varias etapas, a lo largo de una secuencia didáctica, involucrando cuestionarios, estudios de casos y actividades experimentales. Los datos sugieren que los estudiantes universitarios desarrollaron una comprensión general de los aspectos abordados, mostrando predominio de los aspectos sociales y ambientales que involucran la temática socioambiental abordada. Los datos resaltaron la importancia de desarrollar actividades con temáticas socioambientales en la formación inicial docente.

Detalles del artículo

Sección

DEMANDA CONTÍNUA

Cómo citar

Santos, V. C. C. S. ., & Colagrande, E. A. (2025). Temas socioambientales en la formación de profesores de Ciencias: un estudio sobre la generación de residuos plásticos. Ensino Em Re-Vista, 32(Contínua), 1-24. https://doi.org/10.14393/ER-v32e2025-39

Referencias

AMARAL, C. P. Ação antrópica, descaso, degradação ambiental e a ascensão do plástico/Anthropicaction, neglect, environmental degradation and the rise of plastic. Brazilian Journal of Development, [S. l.], v. 8, n. 4, p. 26640–26651, 2022.

ARRIGO, V. et al. O ensino de química e a educação ambiental: uma proposta para trabalhar conteúdos de pilhas e baterias. Experiências em Ensino de Ciências, v. 13, n. 5, 2018.

BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Plano nacional de resíduos sólidos. Brasília: Diário Oficial da União, 2012. 103 p.

CARNEIRO, T. M. Q. A.; DA SILVA, L. A.; GUENTHER, M. A poluição por plásticos e a Educação Ambiental como ferramenta de sensibilização. Revista Brasileira de Educação Ambiental (RevBEA), v. 16, n. 6, 2021.

CARVALHO, I. C. M.; AMARO, I.; FRANKENBERG, C. L. C. (2012). Ambientalização Curricular e Pesquisas Ambientalmente Orientadas na PUCRS: um levantamento preliminar. In: LEME, P. C. S.; PAVESI, A.; ALBA, D.; GONZÁLEZ, M. J. D. (Coord.). Visões e Experiências Ibero-Americanas de Sustentabilidade nas Universidades. Granada/ ES: Gráficas Alhambra, p. 137-143, 2012.

CARVALHO, I. C. M. Educação ambiental crítica: nomes e endereçamentos da educação. In: LAYRARGUES, P. P. (coord.). Identidades da educação ambiental brasileira. Brasília: MMM, 2004. p. 13-24. Disponível em: https://cutt.ly/kxb9pGX.

CRESWELL, J. W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. Porto Alegre: Ed. ARTMED, 3ª edição, 2010, 296 p.

CRUZ, B. S. M. da; SOUZA, M. L. de; FREITAS, A. B. R. de. Reutilização de plásticos: uma forma de articular a Educação Ambiental e o ensino de polímeros através de uma feira de ciências. Revista Eletrônica Perspectivas da Ciência e Tecnologia, v. 12, 2020.

DA FONTOURA, M. Comportamento ao fogo dos polímeros halogenados (PVC, CPVC, PTFE). Ignis: Revista Técnico Científica do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, v. 6, n. esp., p. 1-14, 2021.

DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A.; PERNAMBUCO, M. M. Ensino de Ciências: Fundamentos e Métodos. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

FRANÇA, D. et al. As faces do plástico: uma proposta de aula sobre sustentabilidade. Química Nova na Escola, v. 43, n. 3, p. 277-286, 2022.

FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

GOUVÊA, G. R. R. Rumos da formação de professores para a Educação Ambiental. Educar, Curitiba, n. 27, p. 163-179, Editora UFPR, 2006.

GUIMARÃES, V. M. B.; SILVA, K. N. A. da. Impactos socioambientais do plástico descartável: estudo de caso nas redes de fastfood em Dourados/MS. Revista on Line De Extensão E Cultura- RealizAção, v. 7, n. 13, p. 97-120, 2020.

LAVILLE, C.; DIONNE, J. A construção do Saber: Manual de metodologia de pesquisa em Ciências Humanas. Porto Alegre: Artmed; Belo Horizonte (MG): Editora UFMG, 1999.

LAYRARGUES, P. P.; LIMA, G. F. DA C.. As macrotendências político-pedagógicas da educação ambiental brasileira. Ambiente & Sociedade, v. 17, n. 1, p. 23–40, jan. 2014.

MARTINS, J. P. A.; SCHNETZLER, R. P. Formação de professores em educação ambiental crítica centrada na investigação-ação e na parceria colaborativa. Ciência & Educação, Bauru, v. 24, n. 3, p. 581-598, 2018.

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Disponível em: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadores-de-materiais-reciclaveis.html Acesso em: 10 jan. 2024.

MOVIMENTO NACIONAL DOS CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS (MNCR). Disponível em:

https://www.mncr.org.br/biblioteca/legislacao/classificacao-brasileira-deocupacoes-cbo Acesso em: 10 jan. 2024.

NASCIMENTO, L. M. B. et al. A emergência do educador ambiental crítico a partir da formação docente: importância do saber socioambiental na construção de projetos de intervenção coletivos. Revista Brasileira de Educação Ambiental (RevBEA), [S. l.], v. 16, n. 2, p. 212–231, 2021.

OLIVEIRA, M. G.; CARVALHO, L. M. As três dimensões da educação ambiental – política, valorativa e dos conhecimentos - nos projetos político-pedagógicos de cursos de pedagogia de Universidades Federais Brasileiras. In: VI Encontro “Pesquisa em Educação Ambiental”: A Pesquisa em Educação Ambiental e a Pós-Graduação no Brasil. Ribeirão Preto, set. 2011.

OLIVEIRA, P. H. F.; CUNHA, A. G. M. O catador de resíduos sólidos e sua função como empreendedor social numa visão contemporânea. Entrepreneurship, v.3, n.1, p.26-31, 2019.

PEREIRA, L. DE T. K.; GODOY, D. M. A.; TERÇARIOL, D. Estudo de caso como procedimento de pesquisa científica: reflexão a partir da clínica fonoaudiológica. Psicologia: Reflexão e Crítica, v. 22, n. 3, p. 422–429, 2009.

REGO, F. A. H.; COÊLHO, J. F. R.; BARROS, V. L. L. Análise dos efeitos negativos causados pela queima do lixo doméstico em áreas urbanas de Caxias (MA). Revista Humana Et Al, v. 1, n. 1, p. 50 - 60, 2014.

SANTOS, W. L. P.; SCHNETZLER, R. P. Função social: o que significa ensino de química para formar o cidadão? Química Nova na Escola, v. 4, p. 28–34, 1996.

SAUVÉ, L. Uma cartografia das correntes em educação ambiental. In: Sato, M., Carvalho, I. (Orgs.). Educação Ambiental: pesquisa e desafios. Porto Alegre: Artmed. p. 17-44. 2005.

SOUZA et al. Plástico no mar: Polímeros à deriva! Química Nova na Escola. São Paulo-SP, v. 43, n. 3, p. 320-329, 2022.

TORALES, M. A. A inserção da educação ambiental nos currículos escolares e o papel dos professores: da ação escolar a ação educativo-comunitária como compromisso político-ideológico. REMEA - Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, [S. l.], p. 1–17, 2013. DOI: 10.14295/remea.v0i0.3437. Disponível em: https://periodicos.furg.br/remea/article/view/3437. Acesso em: 23 jun. 2024.

TOZONI-REIS, M. F. C; CAMPOS, L. M. L. Educação ambiental escolar, formação humana e formação de professores: articulações necessárias. Educar em Revista, Setor de Educação - Campus Rebouças – UFPR, 2014.