RELAÇÃO ENTRE CONDIÇÃO HÍDRICA E FORMAÇÕES VEGETACIONAIS NATIVAS POR MEIO DE ÍNDICES ESPECTRAIS

Autores

  • Janisson Batista de Jesus Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Bruno Barros de Souza Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia
  • Dráuzio Correia Gama Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG249161230

Palavras-chave:

Sensoriamento Remoto, NDWI, Conteúdo Hídrico

Resumo

A coleta de informações biofísicas da vegetação é crucial para analisar as suas características e seu comportamento nos ambientes florestais. Uma das formas de se obter essas informações pode ser realizada utilizando técnicas de sensoriamento remoto, o qual permite analisar espacial e temporalmente os componentes da superfície terrestre, entre eles as diferentes formas de vegetação e as suas características. Sendo assim, o objetivo do estudo foi analisar a condição hídrica de diferentes formações vegetacionais nativas por meio de índices espectrais, visando a identificar quais os Índices de Diferença Normalizada da Água (NDWI) utilizados (MCFEETERS, 1996; GAO, 1996; e ROGERS e KEARNEY, 2004) mais se correlacionam à expressão do Índice de Diferença Normalizada da Vegetação (NDVI) para as épocas chuvosa e seca. Foram obtidas imagens do sensor OLI do satélite Landsat-8 referentes ao período chuvoso e seco em fragmentos de Caatinga densa, aberta e herbácea, Manguezal e Mata Atlântica stricto sensu, extraindo-se o NDVI e correlacionando-o a diferentes equações de NDWI. A equação de McFeeters se destacou como a que apresentou valores mais correlacionados ao NDVI, seguida da de Gao, para as formações vegetacionais estudadas para ambas as épocas pluviométricas, indicando o potencial de uso dessas equações nos estudos dessas vegetações.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

22-02-2023

Como Citar

JESUS, J. B. de; SOUZA, B. B. de; GAMA, D. C. RELAÇÃO ENTRE CONDIÇÃO HÍDRICA E FORMAÇÕES VEGETACIONAIS NATIVAS POR MEIO DE ÍNDICES ESPECTRAIS. Caminhos de Geografia, Uberlândia, v. 24, n. 91, p. 322–332, 2023. DOI: 10.14393/RCG249161230. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/61230. Acesso em: 13 abr. 2024.

Edição

Seção

Artigos