A FLORIANÓPOLIS DE MARTINHO DE HARO E A RELEVÂNCIA DA PINTURA DE PAISAGEM NA ABORDAGEM CULTURAL EM GEOGRAFIA

Autores

  • Renan Roldão Bittencourt Universidade Federal do Paraná (UFPR).

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCG206941293

Palavras-chave:

Paisagem, Pintura de Paisagem, Simbolismo, Martinho de Haro.

Resumo

Antes de ser um conceito debatido no campo da geografia, a paisagem nasceu como gênero pictórico no século XV. Os primeiros pintores representavam em suas telas, paisagens com a predominância de elementos da natureza e de fatos históricos, principalmente ligados à religião católica e às conquistas humanas. Na geografia, o conceito ora esteve numa posição de destaque, como categoria central de análise, ora esteve a margem enquanto outras categorias foram privilegiadas. Mas é com a abordagem cultural, ou “nova geografia cultural”, que o conceito passa a suscitar reflexões para além das formas visíveis, que passam a ser compreendidas como símbolos dotados de significados, atribuídos pela cultura e não somente como o resultado da relação entre ser humano e natureza. A pintura de paisagem surge então como fonte importante para compreender uma determinada cultura a partir dos símbolos criados e reproduzidos por ela. Este artigo tem como objetivo apresentar a aplicabilidade do estudo de pintura de paisagem na abordagem cultural em geografia, com base na análise de uma das pinturas de paisagens do artista catarinense Martinho de Haro.

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Biografia do Autor

Renan Roldão Bittencourt, Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciencias da Terra.

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Publicado

07-07-2019

Como Citar

Bittencourt, R. R. (2019). A FLORIANÓPOLIS DE MARTINHO DE HARO E A RELEVÂNCIA DA PINTURA DE PAISAGEM NA ABORDAGEM CULTURAL EM GEOGRAFIA. Caminhos De Geografia, 20(69), 317–325. https://doi.org/10.14393/RCG206941293

Edição

Seção

Artigos