Territorialização e Poder na Fronteira Argentina–Chile

Autores

  • Artur Martins Jesus Rezende

DOI:

https://doi.org/10.14393/OREG-v17-n1-2026-84539

Palavras-chave:

Fronteira; Argentina; Chile; Território; Geopolítica.

Resumo

O artigo analisa a dinâmica da fronteira entre Argentina e Chile, problematizando em que medida esse espaço se configura hoje como vetor de integração regional ou como linha de soberania reforçada por lógicas de segurança. Nesse sentido, defende que, embora o Tratado de Paz e Amizade de 1984 e os Comitês de Integração tenham impulsionado a cooperação institucional, a persistência de inércias geopolíticas, as controvérsias de projeção marítima e os recentes episódios de fricção territorial reafirmam o primado do controle estatal. O artigo examina, ainda, os postulados de Raffestin sobre territorialização e poder, demonstrando que o espaço fronteiriço permanece instrumentalizado como trunfo geopolítico.

Biografia do Autor

  • Artur Martins Jesus Rezende

    Graduando em Geografia na Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Bolsista PET MEC do grupo PET 
    Geografia –IGESC-UFU. E-mail: artur.rezende@ufu.br.

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Publicado

2026-10-19

Como Citar

Territorialização e Poder na Fronteira Argentina–Chile. (2026). Observatorium: Revista Eletrônica De Geografia, 17(1), 691-707. https://doi.org/10.14393/OREG-v17-n1-2026-84539