A INTENÇÃO CAPITALISTA NO OBJETO GEOGRÁFICO: A NÃO-SUPERAÇÃO E O PAPEL RETROATIVO DA CONDIÇÃO COLONIAL NO BRASIL
DOI:
https://doi.org/10.14393/OREG-v17-n1-2026-78019Palavras-chave:
Geografia, Colonialismo, Objeto geográfico, DialéticaResumo
O presente artigo pretende examinar a intencionalidade do objeto
geográfico, segundo Milton Santos, tomando como fato central o
continuo papel produtivo do Brasil da colonização no atual
neoliberalismo. A primeira parte analisa o desenvolvimento histórico-
dialético do sujeito moderno segundo a Teoria do Valor de Marx e a
importância econômica-simbólica do escravagismo colonial. Na
segunda parte analisarei o fetiche da mercadoria marxiano em
interlocução com a precificação do negro. E, por último, o texto
finaliza com a consideração do “Brasil” como objeto reprodutor do
statuos quo da colonização.
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