Estratégias extensionistas na inserção do pescado na alimentação escolar para promoção da segurança alimentar e da sustentabilidade ambiental
DOI:
https://doi.org/10.14393/REE-2026-78026Palavras-chave:
Educação Alimentar e Nutricional, Educação ambiental, Pescado, LudicidadeResumo
Este trabalho teve como objetivo central promover a conscientização dos alunos acerca da preservação ambiental e do impacto da contaminação na qualidade nutricional dos peixes. Nesse sentido, o trabalho foi realizado com estudantes de uma escola do município de Palmas, Tocantins, utilizando metodologias ativas na condução de oficinas de Educação Alimentar e Nutricional. Para avaliação da efetividade das oficinas, aplicou-se um pré-teste no início da atividade educativa com o propósito de avaliar o conhecimento prévio dos alunos acerca do consumo de pescado, piracema, pesca sustentável e poluição dos rios. Em seguida, foram realizadas oficinas educativas utilizando métodos lúdicos e participativos, com o apoio de vídeos informativos e promoção de atividades práticas interativas. Os resultados demonstraram aumento significativo na compreensão dos conceitos abordados pelos alunos após as intervenções educativas, comprovando a eficácia das metodologias adotadas. Ademais, observou-se aprimoramento na consciência ambiental dos estudantes, evidenciada pela melhor compreensão acerca de piracema, práticas sustentáveis de despesca e preservação dos rios. Dessa forma, conclui-se que ações de Educação Alimentar e Nutricional, quando aplicadas de maneira lúdica e integrada ao currículo escolar, podem potencializar mudanças positivas, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes e engajados com a alimentação saudável e a sustentabilidade.
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