Figurações da história da misoginia segundo Laia Abril
On Rape
DOI:
https://doi.org/10.14393/OUV-v21n1a2025-76278Palavras-chave:
Laia Abril, Arte contemporânea, livro de artista, Feminismo, violênciaResumo
O presente artigo busca discutir o segundo capítulo da série de publicações que integram o projeto de longa duração “A History of Misogyny” da artista e fotógrafa catalã Laia Abril, intitulado “On Rape: And Institutional Failure” (2022). A narrativa elaborada pela artista, construída pela combinação de imagem e texto, demonstra a prevalência da cultura do estupro ao longo da história, ao mesmo tempo que tece questionamentos sobre as instituições que auxiliam em sua manutenção. Nossa análise é feita a partir da teoria de figurações da violência de Dominique Baqué e do texto crítico de Marta Gili, “Cartografias da Crueldade”, que integra o livro de artista, além de questões de vulnerabilidade, violência sexual e de gênero como apontadas por Judith Butler, Rita Segato e Mithu Sanyal.
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