ENRAIZEIRAS
remembrando políticas do chão
DOI:
https://doi.org/10.14393/OUV-v20n2a2024-73331Palabras clave:
artista-docente., dança contemporânea, corpo-território, epistemologia decolonial, feminismosResumen
Em movimento de re-enactment, damos passagem à escrita desse artigo assumindo-o como um plano de composição da diferença, tendo por objetivo retornar e re-acionar a dança Xxxxxxxxxxx. Neste re-fazer, acolhemos os seis planos de composição sugeridos por André Lepecki, os quais juntos nesse texto, evocam a política do chão desde onde o dançamos-escrevemos. Perscrutando as discussões implicadas às dimensões de cada plano e a partir de suas ressonâncias, apresentamos as abordagens teórico-práticas vinculadas ao contexto afetivo e ao processo de criação das dramaturgias, de corpo e de cena, de Xxxxxxxxxxx. Imagens contribuem para composição de uma escrita cartográfica. Amparadas pela perspectiva de descolonização do inconsciente, de Suely Rolnik, compartilhamos os possíveis contornos micropolíticos de nossa incursão epistemológica decolonial, enquanto práxis feminista e artística que remembra nossa política do chão: re-territorializar o corpo-território em devires-coisa imanentes ao território-terra. Afinal, infindáveis são os mundos que pedem passagem às suas raízes.
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