Re-existência epistêmica

Diferença colonial, discursos de corpos da exterioridade de paisagem biogeográfica

Autores

  • Marcos Antônio Bessa-Oliveira Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS/UUCG http://orcid.org/0000-0002-4783-7903
  • Leonardo Reinaltt Simão Artista Independente

DOI:

https://doi.org/10.14393/OUV-v15n2a2019-48543

Palavras-chave:

Corpo, Diferença colonial, Epistême-fronteiriça, Biogeografia

Resumo

Diferença colonial, termo da inexistência subalterna do indivíduo de fronteira, um sujeito na “modernidade local”, “aquele” que não é parte, mas refugo do Poder autocentrado. A diferença é alternativa de re-existência dos corpos da exterioridade oprimidos por práticas/teorias (opressoras) hegemônicas geoistóricas. Logo, nossa discussão dar-se-á na ex-posição de corpos de gentes-sem-corpos (artísticos e identitários), por teorias descoloniais como alternativas epistêmicas contracartesianas, para expor corpos in-visíveis e gentes-com-corpos aos sistemas imperantes históricos e contemporâneos que os apagam em favor de não-representação na cultura e sociedade onde estão inseridos. A intenção da discussão é promover o argumento de que mesmo com-corpos invisíveis os sem-corpos re-existem.

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Biografia do Autor

Marcos Antônio Bessa-Oliveira, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS/UUCG

Professor do Curso de Artes Cênicas (Graduação), na Cadeira de Artes Visuais, e do Programa de Mestrado Profissional em Educação – PROFEDUC – da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul – UEMS na Unidade Universitária de Campo Grande – UUCG - Brasil. Doutor em Artes Visuais pelo IA-Unicamp, Mestre em Estudos de Linguagens e Graduado em Artes Visuais – Licenciatura – Habilitação em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. É líder do Grupo de Pesquisa NAV(r)E – Núcleo de Artes Visuais em (re)Verificações Epistemológicas (certificado pela UEMS/CNPq – que pode ser acessado em: dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/1456348756496114); é membro dos Grupos de Pesquisas: NECC – Núcleo de Estudos Culturais Comparados (UFMS/CNPq), Grupo de Pesquisa Estudos Visuais (UNICAMP/CNPq) e do Grupo de Pesquisa O PROCESSO IDENTITÁRIO DO INDÍGENA DE MATO GROSSO DO SUL: ANÁLISE DOCUMENTAL E MIDIÁTICA DA LUTA PELA TERRA - UFMS. Atualmente desenvolve Pesquisa de Pós-doutoramento na UFMS, no Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens, na FAALC. ORCID iD - http://orcid.org/0000-0002-4783-7903 http://lattes.cnpq.br/7724599673552418

Leonardo Reinaltt Simão, Artista Independente

Artista Performático na cidade de Campo Grande, MS.

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Publicado

2019-12-31

Como Citar

BESSA-OLIVEIRA, M. A.; SIMÃO, L. R. Re-existência epistêmica: Diferença colonial, discursos de corpos da exterioridade de paisagem biogeográfica. ouvirOUver, [S. l.], v. 15, n. 2, p. 372–391, 2019. DOI: 10.14393/OUV-v15n2a2019-48543. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/ouvirouver/article/view/48543. Acesso em: 8 dez. 2022.

Edição

Seção

Dossiê Embrenhar a cena – corpos, poéticas, políticas.