Limites e exigências da colaboração artística horizontal

um olhar sobre o jogo e a encenadora no processo colaborativo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14393/OUV-v15n2a2019-42736

Palavras-chave:

Processo colaborativo, Jogo, Postura, Encenadora, Teatro

Resumo

A partir de pesquisa teórico-prática, na qual são desenvolvidas práticas de teatro com pessoas com e sem experiência, o artigo aborda a importância da postura estabelecida entre as agentes nas práticas cênicas. A postura indica uma série de “preceitos”, ou seja, limites, exigências e liberdades, conscientes ou não, postos em operação nos processos criativos colaborativos, influenciando direta e significativamente o processo e os seus resultados. Para ampliar a reflexão, investiga-se também a definição de jogo e as suas respectivas exigências, traçando paralelos entre os requisitos necessários para que este possa ocorrer e como os mesmos são desenvolvidos nas oficinas com o grupo misto. Por fim, são analisadas as tarefas e ações desempenhadas pela encenadora, abordando as especificidades desta função neste processo colaborativo que não visa, a priori, um resultado.

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Biografia do Autor

Juliana Gedoz Tieppo, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

Encenadora. Acadêmica do Curso de Artes Cênicas - habilitação Direção Teatral. Bolsista de Iniciação Científica (PEIPSM/PRPGP/UFSM).

Marcia Berselli, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Professora do Departamento de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Maria.

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Publicado

2019-12-31

Como Citar

TIEPPO, J. G.; BERSELLI, M. Limites e exigências da colaboração artística horizontal: um olhar sobre o jogo e a encenadora no processo colaborativo. ouvirOUver, [S. l.], v. 15, n. 2, p. 446–458, 2019. DOI: 10.14393/OUV-v15n2a2019-42736. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/ouvirouver/article/view/42736. Acesso em: 21 abr. 2024.