Cultura histórica e Inteligência Artificial. Professores e ChatGPT na mediação de memórias históricas

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João Augusto Martin Nantes dos Santos
Marlene Rosa Cainelli

Resumo

O artigo analisa os impactos da Inteligência Artificial na cultura histórica a partir de narrativas produzidas pelo ChatGPT sobre a exibição do coração de D. Pedro I durante o Bicentenário da Independência do Brasil. As respostas da IA são comparadas às narrativas elaboradas por professores de História da educação básica em pesquisa desenvolvida pelo grupo História e Ensino da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Fundamentado nas reflexões de Jörn Rüsen acerca da cultura e da consciência histórica, bem como nas contribuições de Rodrigo Turin, Joël Candau, José Murilo de Carvalho e Márcia Gonçalves, o estudo discute as dimensões estética, cognitiva e política das narrativas históricas produzidas em ambientes digitais. Conclui-se que a Inteligência Artificial tende a reorganizar e potencializar narrativas históricas já sedimentadas socialmente, aproximando-se daquilo que Turin denomina “história como serviço”.

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Artigos

Biografia do Autor

João Augusto Martin Nantes dos Santos, Secretaria de Educação do Estado do Paraná (Brasil)

https://orcid.org/0000-0003-4646-441X

http://lattes.cnpq.br/2500016627866805

joaonantess@gmail.com

Marlene Rosa Cainelli, Universidade Estadual de Londrina (Brasil)

https://orcid.org/0000-0002-9709-3834

http://lattes.cnpq.br/9389915936393492

cainelli@uel.br

Como Citar

Santos, J. A. M. N. dos, & Cainelli, M. R. (2026). Cultura histórica e Inteligência Artificial. Professores e ChatGPT na mediação de memórias históricas. Cadernos De História Da Educação, 25(Contínua), e2026-36. https://doi.org/10.14393/che-v25-e2026-36

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