DOS SISTEMAS DE INOVAÇÃO AOS ECOSSISTEMAS: PENSANDO OS ARRANJOS DA INOVAÇÃO À LUZ DOS CONDICIONANTES DO PERÍODO
DOI:
https://doi.org/10.14393/OREG-v17-n1-2026-81757Palavras-chave:
Sistemas de Inovação, Ecossistemas, Financeirização, StartupsResumo
O texto avalia o significado e as expressões territoriais da noção de inovação, partindo do princípio de que é necessário reconhecer seus sentidos contemporâneos. Ainda que a ideia de inovação não seja nova, ela assume formas distintas no tempo, hoje muito definidas pela centralidade da finança, da informação e do processo de transformação digital. Tais mudanças são evidentes quando avaliamos noções já consagradas, como a de Sistemas de Inovação, baseadas na articulação institucional do estado junto a empresas, infraestruturas e outros agentes, e a afirmação recente dos chamados Ecossistemas de Inovação, que enfatizam relações supostamente horizontais e colaborativas, tendo as startups e investidores como novos agentes. A análise abrange aspectos teórico-conceituais, bem como a avaliação de uma situação que permite encontrar referências empíricas dos aspectos apontados, a partir do Brasil e de Minas Gerais. Conclui-se que os novos arranjos da inovação são marcados pela centralidade assumida pelas startups como novo modelo de empresa, processo condizente com os condicionantes da economia contemporânea.
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