E SE... HOUVESSE ROTATIVIDADE ENTRE DOCENTES NAS DISCIPLINAS DO ENSINO SUPERIOR?
DOI:
https://doi.org/10.14393/OREG-v17-n2-2026-81327Palavras-chave:
rotação profissional, educacação, desempenho acadêmico, reprovaçãoResumo
Utilizando-se de uma revisão bibliográfica com análise crítica de publicações sobre o tema, o objetivo deste trabalho é examinar os impactos da rotação de docentes no desempenho de estudantes do ensino superior. As publicações indicam que o impacto do fenômeno varia entre os setores público e privado. No ensino à distância, a relevância da rotatividade é menor devido ao vínculo professor-aluno enfraquecido. Em contrapartida, nas universidades públicas, a permanência de um mesmo docente em disciplinas com altas taxas de reprovação pode prejudicar a trajetória dos estudantes. Como principal conclusão, aponta-se que a rotatividade docente planejada pode ser uma ferramenta benéfica para o desenvolvimento estudantil. Ela oferece novas abordagens metodológicas aos alunos, o que pode ser decisivo para a aprovação, e incentiva o intercâmbio de práticas pedagógicas entre os professores, contribuindo para mitigar índices extremos de reprovação e elevar a qualidade geral do ensino.
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Copyright (c) 2026 Alex Guillen Borring, Vitória Maria de Melo, Vitor Peres de Carvalho, Thawanny Martins dos Anjos Silva, Tales Medina Teixeira, Pedro Paulo Nogueira Mendonça, Pedro Paulo Franco de Faria Ramos, Nícolas Carneiro Ferreira Cunha, Nathália Almeida Lemos Costa, Maya de Jesus Vieira Gomes, Luís Eduardo Esteves de Oliveira, Juliana Lilian Oliveira da Penha, Juliana Gonçalves Simão Belizário, João Vitor Peres de Souza, Jezzyne Freire de Lima, Hudson Breno Martins de Oliveira, Ana Laura Marsaro Fidelis, Danylo de Oliveira Silva

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