ANÁLISE MORFOLÓGICA E MICROBIOLÓGICA DO PERICÁRDIO BOVINO CONSERVADO EM AÇÚCAR, GLICERINA, MEL E SAL

Autores

  • Antônio Fernando Bariani Júnior Médico Veterinário, Residente em Medicina Veterinária, Centro Universitário Barão de Mauá, Ribeirão Preto, São Paulo.
  • Gabriela Castro Lopes Departamento de Medicina Veterinária, Universidade Federal de Lavras (UFLA), Cx. Postal 3037, Lavras, MG 37200-000, Brasil.
  • Ana Rosa Crisci Docente do Curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Barão de Mauá.
  • Rubens Ferracini Júnior Docente do Curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Barão de Mauá.
  • Camila Souza de Oliveira Guimarães Disciplina de Patologia Geral, Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), 38025-180, Uberaba, MG, Brasil.
  • Gregório Corrêa Guimarães Departamento de Medicina Veterinária, Universidade Federal de Lavras (UFLA), Cx. Postal 3037, Lavras, MG 37200-000, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.14393/VTv20n2a2014.27433

Palavras-chave:

Soluções conservadoras, Pericárdio, Bos taurus

Resumo

Foram realizadas análises histológicas e microbiológicas comparativas do pericárdio bovino conservado durante 30 e 60 dias em glicerina (98%), solução supersaturada de açúcar (300%), solução supersaturada de sal (150%) e mel não processado, com intuito de estabelecer meios alternativos de conservação de membranas biológicas. Foram utilizadas amostras de pericárdio, oriundas de cinco bovinos, coletadas em frigorífico, mantidas por até 60 dias em recipientes contento as soluções de conservação supracitadas. Para análise morfológica dos constituintes do pericárdio bovino foram realizadas técnicas histológicas de rotina, associadas a duas técnicas de cultura microbiológica, a semeadura por esgotamento e o "pour-plate". A solução supersaturada de açúcar (300%) foi o meio de conservação que mais se aproximou dos resultados obtidos com a glicerina (98%), entretanto não foi capaz de impedir o crescimento de microrganismos. O mel não processado e a solução supersaturada de sal (150%) apresentaram características anti-sépticas adequadas, porém não conseguiram conservar efetivamente o pericárdio, observando-se maior desorganização estrutural do tecido conjuntivo, indicando avançado processo de autólise aos 60 dias de conservação. Concluiu-se que a glicerina (98%) se apresentou como a solução mais eficiente quando comparada às demais avaliadas neste estudo.

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Publicado

2015-02-03

Como Citar

Júnior, A. F. B., Lopes, G. C., Crisci, A. R., Júnior, R. F., Guimarães, C. S. de O., & Guimarães, G. C. (2015). ANÁLISE MORFOLÓGICA E MICROBIOLÓGICA DO PERICÁRDIO BOVINO CONSERVADO EM AÇÚCAR, GLICERINA, MEL E SAL. Veterinária Notícias, 20(2). https://doi.org/10.14393/VTv20n2a2014.27433