Farmácia viva: prácticas de salud popular en un asentamiento agroecológico en el interior de Paraná
práticas populares de saúde em um assentamento agroecológico no interior do Paraná
DOI:
https://doi.org/10.14393/REP-2026-82049Palabras clave:
Medicalización, Movimiento de los Trabajadores Rurales Sin Tierra, Prácticas Populares de Salud, Materialismo Histórico-DialécticoResumen
Este artículo se caracteriza como una investigación fundamentada en el materialismo histórico-dialéctico, que tuvo como objetivo discutir la amplitud del concepto de salud al abarcar prácticas que promueven formas de cuidado colectivo y contrahegemónicas, como resistencia al crecimiento de la medicalización y medicamentalización de la vida, intensificadas por las exigencias del capital. En la búsqueda de la comprensión de la concepción de salud y su materialización en un asentamiento agroecológico perteneciente al Movimiento de los Trabajadores Rurales Sin Tierra (MST), analizado a partir de su historicidad y de las contradicciones del Estado capitalista, se realizaron tres entrevistas con mujeres asentadas, de las cuales emergieron a posteriori tres categorías: Patriarcado; Concepción de salud y su materialización en la comunidad; Salud en perspectiva: los impactos del capitalismo y el potencial agroecológico. Se concluye la importancia de las prácticas populares de salud desarrolladas por el asentamiento como forma de resistencia a la mercantilización de la salud y a la patologización de la vida, siendo indispensable comprender el proceso salud-enfermedad a partir de los múltiples determinantes que complejizan la realidad. También se observa que, a pesar del conocimiento y la defensa de estas prácticas, la población del asentamiento investigado aún opta prioritariamente por tratamientos medicamentosos alopáticos.
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Referencias
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